Dicas e Cursos
  • Três medos que vão paralisar sua transição de carreira

    30/07/2016

    As pesquisas apontam que, aproximadamente, 80% dos profissionais apresentam algum grau de frustração com suas carreiras. Parece incrível, não é mesmo?! Como assim, quase todo mundo está insatisfeito com seu trabalho? Bom, se você faz parte dessa estatística, continue lendo.

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  • O conhecimento só serve para ser compartilhado!

    30/07/2016

    Hoje aconteceu uma situação comigo que me inspirou a escrever esse texto: uma colega que está ministrando um workshop, me mandou uma mensagem dizendo que não se sentiria confortável com minha presença no evento dela ( caso eu fosse),por eu ter comentado ingenuamente no post dela que também em breve ministraria um curso sobre o mesmo tema, tema esse que faz tempo permeia minha vida e é projeto antigo. 

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  • Você sabia que vende seu tempo? Tempo tem preço?

    30/07/2016

    Olá!! Tudo bem contigo? Essa semana eu vi um documentário e recomendo (quanto tempo o tempo tem) e nesse documentário pude refletir muitas coisas importantes a respeito da vida contemporânea. Algumas já obvias mas que pouco paramos para pensar.

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  • Sou jovem ou velho demais para o mercado?

    22/07/2016

    Pensando no velho e no novo. Dentre tantos artigos que escrevo, talvez este tenha sido o único que me fez pensar muito no velho e no novo, até mesmo no escritório da Educar e Transformar, no porquê nos comportamos de forma tão entranha no mercado de trabalho, diferente muitas vezes do nosso comportamento na vida particular, inclusive diferente de tudo que pregamos como RH, gestores e como seres humanos, infelizmente.

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  • A diferença entre um chefe e um líder

    22/07/2016

    A humanização entre os seres e os cargos que ocupam. Algumas pessoas fazem uma grande diferenciação entre cargos, comportamentos e hierarquias no mercado, o que é interessante, mas ao mesmo tempo se esquecem que o tanto o cargo quanto sua posição hierárquica são apenas funções dentro de um determinado lugar, e como função, não quer dizer que dure para sempre, apenas enquanto existir a necessidade da sua existência. Mas o que isso significa realmente?

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  • A necessidade de empatia para se ter visão estratégica

    22/07/2016

    Olá, tudo bem contigo?   Muitas pessoas sonham em ser estratégicas nas empresas, nos cargos que ocupam e até na vida, mas o que realmente significa ser estratégico, o que está por trás da competência estratégia?

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  • Os 10 erros nas redes sociais que podem custar seu futuro emprego

    20/01/2015

    Você está procurando emprego? E enquanto faz isto, fica postando em redes sociais? Muito cuidado: uma coisa pode atrapalhar a outra. As redes sociais tem sido usadas para obter percepções sobre quem você é fora da sala de entrevistas, e dependendo do tipo de postagem que você faz, isto pode significar sua exclusão do processo seletivo.

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Três medos que vão paralisar sua transição de carreira

30/07/2016

As pesquisas apontam que, aproximadamente, 80% dos profissionais apresentam algum grau de frustração com suas carreiras. Parece incrível, não é mesmo?! Como assim, quase todo mundo está insatisfeito com seu trabalho? Bom, se você faz parte dessa estatística, continue lendo.

 

Esse problema começa lá atrás, ao longo da infância e adolescência. Nosso sistema de ensino não se importa muito com os talentos individuais. Ele foi montado para fazer você decorar fórmulas e textos, que muitas vezes você nunca vai usar na vida. Você não é ensinado a pensar, questionar, entender seus pontos fortes e fracos.

Esse caldo começa a engrossar no período escolar, mas é na hora do Vestibular que ele entorna de vez. Como escolher sua profissão aos 17 anos?

A escolha profissional é uma mistura delicada que envolve personalidade (em formação ainda) + habilidades (não descobertas) + estilo de vida + ambição por realização e crescimento. Agora adicione a pressão dos pais para você escolher uma profissão “que tenha futuro” na visão DELES (“Como assim você vai fazer Música? Isso não dá dinheiro”).

Pronto, o resultado disso são pessoas frustradas/insatisfeitas com a atual profissão. E nunca houve tanta mudança de carreira como hoje em dia. E às vezes a mudança é para áreas completamente diferentes da original: tem gente que vai da Engenharia para Psicologia, ou da Meteorologia para o Coaching (meu caso).

Esse período pode ser assustador, pois o profissional sente uma mistura de sentimentos como frustração, medo, incredulidade, confusão. Isso ocorre porque ele já decidiu que não quer mais trabalhar na atual profissão, mas como ele pensa que só sabe fazer o que faz atualmente, sente-se perdido, sem saber para onde ir.

E eu sei disso porque foi o que ocorreu comigo quando realizei a minha transição e também é um ponto em comum com todos os profissionais que já ajudei a escolher outra carreira, tanto no meio corporativo quanto no empreendedorismo.

Confira a seguir os 3 principais medos que assustam (e às vezes paralisam) profissionais que pensam em mudar de carreira.

1) Mudar de Carreira não é começar do zero

Mudar para uma área completamente diferente pode dar uma sensação de tempo desperdiçado. Não se deixe levar por isso. Você não vai, necessariamente, deixar para trás todas as habilidades e conhecimentos da vida profissional anterior.

O fato de ter investido tanto tempo em uma área profissional, não deve ser uma barreira para você seguir novos caminhos. Saiba que as competências adquiridas em experiências anteriores podem ser aplicáveis em novos contextos.

De acordo com o professor John Campbell, especialista em performance humana da Universidade de Minnesota, entre os fatores que definem o desempenho profissional estão:

Habilidades, competências e comportamentos específicos, ou seja, os que são necessários para realizar determinadas tarefas e que diferenciam um trabalho do outro. Por exemplo, um arquiteto deve saber como projetar casas, um engenheiro civil deve saber como construir prédios, e assim por diante.

Habilidades, competências e comportamentos não específicos (ou transferíveis), isto é, que não envolvem atributos exclusivos de determinadas tarefas, mas são imprescindíveis para o bom desempenho em qualquer profissão. Por exemplo, um arquiteto deve saber se comunicar de modo eficaz com seus clientes, tem que possuir escuta ativa, etc.

As habilidades transferíveis são aquelas que você desenvolve ao longo de sua vida (pessoal e profissional) e que você pode exercitar em qualquer carreira. Liderança, comunicação, empatia, organização, são alguns exemplos.

2) Vou mudar de profissão nessa idade

Não estou chamando ninguém de velho, ok?! Mas existe uma crença na nossa sociedade que as pessoas já devem estar com a carreira consolidada após os 30 anos. E é geralmente neste período em que a insatisfação ou frustração profissional atingem seu limite, levando aos questionamentos a respeito do futuro desejado.

E muitos profissionais vão “empurrando” um trabalho chato, que não suportam mais, por pensarem que estão “muito velhos” para mudar de carreira.

Mas o próprio mercado de trabalho já está revendo isso. A prova é a procura cada vez maior de profissionais seniores em alguns setores. Esses profissionais são desejados justamente por sua experiência e no quanto as empresas podem economizar em treinamento, não só com ele, mas com os mais jovens que também aprenderão com a transferência de conhecimento.

Outro caso é se você deseja largar o meio corporativo e se tornar consultor. Você também será contratado pela sua experiência.

3) Como vou ganhar dinheiro?

Aqui entra o seu planejamento financeiro. Você tem que guardar dinheiro suficiente para se manter por tempo suficiente para se estabelecer na nova profissão. Esse é um hábito que a maioria das pessoas não possui: o “colchão financeiro”. Segundo especialistas em finanças, todo profissional deve manter guardado o equivalente a 6 meses de sustento para qualquer eventualidade.

É por isso que vemos tantas pessoas desesperadas quando são demitidas inesperadamente. A falta desse “suporte financeiro” faz com que aceitem o primeiro emprego que aparece, porque não se prepararam para essa eventualidade. E frequentemente isso pode representar um retrocesso na sua trajetória profissional.

Se você quer largar seu emprego CLT e abrir seu próprio negócio, você pode iniciar trabalhando em paralelo nas suas horas vagas e “queimar sua ponte” quando o seu negócio já estiver rendendo o suficiente.

Eu fiz isso quando me tornei Coach de Carreira. Continuei trabalhando na minha antiga empresa durante um ano, preparando minha saída, planejando e guardando dinheiro. O resultado foi uma transição de carreira segura e eficiente. (Também contratei um Coach para me ajudar na época, o que foi essencial para montar minhas estratégias).

O importante é você perceber que não precisa continuar no seu trabalho chato, torcendo pro fim de semana chegar rápido, torcendo pelas próximas férias para poder “descansar”.

Você pode trabalhar com o que você ama. O mais importante é você acreditar que é possível. Se você pesquisar na internet, vai perceber que muita gente já está dando esse passo.

 

O conhecimento só serve para ser compartilhado!

30/07/2016

Hoje aconteceu uma situação comigo que me inspirou a escrever esse texto: uma colega que está ministrando um workshop, me mandou uma mensagem dizendo que não se sentiria confortável com minha presença no evento dela ( caso eu fosse),por eu ter comentado ingenuamente no post dela que também em breve ministraria um curso sobre o mesmo tema, tema esse que faz tempo permeia minha vida e é projeto antigo. 

 

Eu penso e sempre pensei de forma diferente e então como o mundo anda mega individualista resolvi escrever sobre esse assunto, até porque , líderes que desejam ser líderes jamais o serão se não compartilharem o conhecimento deles,pois entramos num caminho de solidão se fizermos isso, e também, jamais poderemos crescer como empresários, pois se detemos o conhecimento, quando precisarmos de ajuda, seja ela qual for, não teremos outro para nos substituir, deter o conhecimento só serve para desnudar nossa insegurança.

Bunker Roy é um indiano plácido que teve a melhor educação na Índia, tinha o mundo a seus pés, mas decidiu ajudar àqueles que têm fome em aldeias afastadas. Ele, então, se preparou para o improvável, decidiu construir uma universidade onde as pessoas aprenderiam sem professor com qualificações. Lá, o professor poderia ser o aluno, a pessoa aprenderia com a experiência do outro. Quem tivesse mestrado ou doutorado não poderia ser professor. Assim, homens analfabetos construíram a universidade, desenvolveram um sistema de energia solar, criando história para o mundo todo. Havia na universidade os melhores arquitetos analfabetos, os melhores engenheiros analfabetos, dentistas analfabetos, e assim por diante. Com a experiência dessas pessoas, aldeias da cercania podiam também obter melhorias na qualidade de vida para seus moradores. Eles foram se desenvolvendo e precisavam espalhar o conhecimento aprendido.

 Isso sim é a verdadeira ciência, do latim scientia, o conhecimento com consciência. A ciência com consciência vem temperada com reflexão, é um salto de qualidade, é ir além do que os livros mostram, é a experiência viva de quem a viveu. Ninguém precisa de certificados para poder repartir o que se vive.

Compartilhe o que aprendeste, a gratidão daquele que recebe sempre se voltará para você, no mercado há lugar para todo mundo, e se aquela pessoa a qual você teme copiar tudo de você, ela ainda assim não será você, você é único! Você constrói sua história e ela é cheia de nuances suas!  

Eu compartilho meu conhecimento sempre, inclusive passo tudo, as ferramentas de coaching, como usar, como fazer e jamais temo ou temi que alguém pudesse fazer igual a mim , e se fizer, que orgulho, a pessoa prosperar com as ferramentas e conhecimento que pude passar para ela!

Então pensem grande!!! Temos que ganhar dinheiro, sim, temos, mas quando nos sentimos ameaçados com o outro que tem a mesma formação que nós, cuidado! é hora de parar para pensar e buscar mais espiritualidade, é sinal que algo está errado, o conhecimento é algo que está aí para todos nós, parafraseando uma grande amiga: Só porque você aprendeu sobre alguma coisa, teve acesso a um conhecimento não quer dizer que você seja o dono dele. O não compartilhado obsolesce!

Você sabia que vende seu tempo? Tempo tem preço?

30/07/2016

Olá!! Tudo bem contigo?

Essa semana eu vi um documentário e recomendo (quanto tempo o tempo tem) e nesse documentário pude refletir muitas coisas importantes a respeito da vida contemporânea. Algumas já obvias mas que pouco paramos para pensar.

 

1. Vendemos nosso tempo nas relações de trabalho;

2. O tempo mudou muito desde a entrada da internet na vida das pessoas, ele se transformou em algo imediato;

3. As informações hoje são fragmentadas e pouco nos aprofundamos nas questões, apenas lemos artigos e nos tornamos o expert em vários assuntos;

4. Se vendemos nosso tempo, por quanto devemos vende-lo? Se não estivessemos ( precissasemos) trabalhar o que estaríamos fazendo?

Bom pensar nisso porque hoje nos vemos sem tempo para nada e com informações imediatas nos sentimos tentados a todo momento a distrair a mente, é difícil mesmo ficar longe da internet e muito tentador ficar a todo momento olhando distrações ou produzindo conteúdos para alimentar cada vez mais esse mundo virtual cheio de facilidades.

Mas e nosso interior? como lidar com tantas informações fragmentadas? Como nos reinventarmos diariamente frente a tantas informações? 

Um exemplo claro disso é quando precisamos de informações sobre determinado assunto, em seguida temos várias informações e muitas vezes antagônicas o que nos torna seres confusos e desorientados.

Vou dar um exemplo meu pessoal, quando fui mãe, tudo que eu tinha dúvidas (e são muitas) eu ia para internet e são tantas opiniões diferentes e teorias de certo e errado que eu acabava muitas vezes esquecendo que meu sentimento era o maior termômetro para o que quer que estivesse acontecendo comigo naquele momento, claro que internet ajuda muito, a troca de informaçoes é muito valiosa, mas a pergunta é: precisamos de tanta informação? como vivíamos sem tantas informações? Certamente bem mais conectados com nós mesmos, com mais dúvidas e mais vivências reais do que virtuais.

E esse é o desafio de hoje, não vai haver retração dessa realidade, é essa realidade que está aí, e cabe a nós tentarmos preencher nossos vazios com coisas mais reais, com pessoas, vivências, encontros pessoais.

Menos celular, mais contato, mais olho no olho, mais conexão com o que sentimos, quanto mais olhamos para fora menos podemos sentir nossa intuição, e a tendência para nos anestesiarmos na internet é grande, temos que estar atentos a isso, atentos a nossa missão aqui que certamente não é ficar com a cara o dia todo no computador, no celular.

Para um pouquinho agora, vai....respira fundo, fecha os olhos e aquieta a mente e presta atenção em volta, nos barulhos, no silêncio (se possível) entra em você....e esse é o presente.

Presente é a única coisa real que temos, o resto são conjecturas. O que você está fazendo com seu presente? Aproveitando com aqueles que ama? quais são suas prioridades? Estás no piloto automático? Consegue se conectar de vez em quando com você mesmo? O que está faltando para isso te acontecer? quanto vale o teu tempo?

Sou jovem ou velho demais para o mercado?

22/07/2016

Pensando no velho e no novo.

Dentre tantos artigos que escrevo, talvez este tenha sido o único que me fez pensar muito no velho e no novo, até mesmo no escritório da Educar e Transformar, no porquê nos comportamos de forma tão entranha no mercado de trabalho, diferente muitas vezes do nosso comportamento na vida particular, inclusive diferente de tudo que pregamos como RH, gestores e como seres humanos, infelizmente.

Vejam só o que ocorreu comigo, quando vi uma médica nova ao me atender: "Olá, você é a médica? Puxa, mas é tão novinha! Quantos anos tem de carreira?".... Bem, para pouco entendedor, meia palavra de preconceito (causado pelo medo obviamente) já basta, não é mesmo?

Neste momento de necessidade médica, eu desejava um médico mais experiente, mais velho ou velha, e entendia que somente isso poderia capacitar o profissional que fosse me atender, e que sendo jovem ou recém-formada, não seria capaz de entender e atender as minhas necessidades, não de forma que me deixasse seguro, ao menos foi o que pensei naquele momento.

Com esse pensamento, penso eu, acabamos excluindo uma boa parcela de profissionais do mercado, onde os jovens precisam de experiência e não tem, e os velhos precisam trabalhar e não conseguem, e por outro lado, dentro das empresas, os jovens precisariam aprender sobre o mercado, posturas e técnicas com os mais velhos e estes não existem em seu local de trabalho, e os mais velhos que sobraram ali, não passam suas técnicas porque se entendem rejeitados ou tratam os mais novos como mão de obra barata ou imaturos, já viu isso acontecer? É um verdadeiro conflito que falarei ainda muito neste ano.

Vantagens dos mais velhos e dos mais novos:

Ao escrever este artigo, eu pensei então criar uma tabela para expor as vantagens do trabalhador mais novo e do trabalhador mais velho, e sabem o que fiz? Sequer me dei ao trabalho de continuar... E sabem o motivo? Porque eu não quis levar adiante meu preconceito sobre idade e medir capacidade das pessoas simplesmente pela sua idade, é um absurdo!

No caso da jovem médica, se o seu próprio conselho médico a aprovou, quem sou eu para dizer que ela não é capaz? Agora pense sobre um trabalhador com mais de 20 ou 30 anos de experiência em sua área, pensou? Se o mercado o aprovou por tantos anos, quem sou eu ou quem é você para dizer algo sobre sua competência?

Lendas sobre os trabalhadores mais velhos:

Claro, não serei simplista e também não abandono meus leitores em sua busca de exemplos e em ser mais didático, sendo assim, vamos ver apenas 4 motivos que o mercado dá para não se contratar pessoas mais velhas (não que eu concorde, por isso contestarei logo abaixo):

Pessoas mais velhas aprendem de forma mais lenta

Bem, não é preciso que eu coloque aqui estudos que contestam isso (a perda do aprendizado até de pessoas idosas é ínfima) e passe a lembrar de tantas pessoas de 80 anos que controlam verdadeiros impérios, não é mesmo? É só recordar e ver alguns nomes no mercado.

As pessoas mais velhas irão se aposentar logo e não irão mais trabalhar

Ora, olhe ao seu redor e veja quantas pessoas mais velhas sustentam ainda seus filhos e família. Leia os estudos que os filhos ficam por mais tempo em casa e que as pessoas acima de certa idade ainda são altamente produtivas, já leu? Pois é, estas pessoas irão se tornar a maioria no mercado dentro de alguns anos, e a cultura de sua empresa precisará estar preparada para a população brasileira altamente capaz e que envelhece a cada dia.

Os mais velhos são menos receptivos e mais arrogantes frente a mudanças

Este item é especial, pois se você tiver 5 anos de mercado apenas, já deve ter visto planos mirabolantes da sua empresa irem por água abaixo, não é mesmo? Agora imagine quem passou por isso ao menos uma dezena de vezes? Com toda certeza serão os mais velhos que irão questionar mais, e isso será fantástico para que os novos planos dêem certo e sejam melhorados com a experiência deles. Pense nisso como algo inovador, e não algo que barra a inovação.

Os acidentes de trabalho e afastamento com pessoas mais velhas é maior

Esta é uma outra lenda que precisa desaparecer da sua mente. As pessoas mais velhas é que movem o mercado de comidas Light, e não os mais jovens. As pessoas mais velhas é que se cuidam mais e aproveitam melhor suas férias, tomam seus remédios com precisão e evitam acidentes, e sabe o motivo? Elas já conquistaram muita coisa na vida e não querem jogar nada fora, mas aposto que você não sabia ou não havia pensado nisso, não é mesmo?

Conselho aos mais velhos:

Claro, apenas dou um conselho aos mais velhos e depois aos mais jovens, e isso digo baseado no que eu desejaria de conselho pra mim quando entrei no mercado aos 17 anos e agora com 40 anos de idade como empresário.

a. Sr. e Sra. de mais experiência no mercado:

ao fazerem entrevistas de emprego e conversarem com as pessoas, não digam mais: "no meu tempo era diferente" ou "no meu tempo era melhor". Entenda que seu tempo é agora, que o seu presente também é agora, apesar de já ter um passado.

Não diga que as pessoas eram diferentes, melhores ou piores. Não diga também que: "no meu tempo a gente tinha que trabalhar e fazer tudo manualmente", pois isso é passado, e ao menos que alguém pergunte, não fale do passado desta forma, viva o presente, aprenda como funciona o agora, não pare no tempo e não deixe de estudar, não se subestime porque precisa aprender mais, e não se esconda atrás do medo da tecnologia. Lembro de minha mãe com 73 anos que instala e usa o skype , adora joguinhos de computador pra jogar com as netas, e não se deixa abater com a tecnologia. Bem, este é o meu simples conselho aos mais velhos, simples mesmo.

Conselho aos mais novos:

b. "Senhorito" e Senhorita:

peço que aprenda com os mais experientes sobre postura no mercado, sobre ser fiel e engajado na sua empresa e não jogue fora os seus sonhos de sempre procurar pelo melhor, mas respeitando as diferenças entre as pessoas, as diferenças de idade e as diferenças de opiniões.

Não deixe de ler, pois quem não lê, não sabe ouvir, e não deixe de ensinar as pessoas ao seu lado, pois o individualismo é um dos maiores males de quando somos jovens, visto que nos tornamos mais competitivos, quando na verdade precisaríamos ser mais amorosos e compreensivos para o sucesso de todos.

Siga o exemplo de certos jovens que aprenderam a compartilhar os seus sonhos em algumas feiras e eventos, pois daí nasceram Microsoft, Apple e tantos outros impérios. Entenda que ainda que processos possam ser roubados, as ideias criativas são raras e difíceis de serem decifradas.

Respeitem as autoridades, valorizem a ordem das coisas nas empresas, pois em algum momento tiveram razão de existir, e jamais se deixem abater por não serem valorizados em algum momento, pelo contrário, veja isso como forma de aprender mais e dizer que: "mesmo que ninguém cresça nesta empresa, não é motivo pra eu acreditar nisso, pois posso ser o primeiro a mudar esta realidade!".

Bem, e este é meu simples conselho, o mesmo que eu gostaria de ter ouvido e que mudaria muito minha vida se alguém me tivesse dado.

Conclua em sua própria mente

Deixo com você um poema de uma pessoa maravilhosa, que não tem idade e é eterna em nossos corações, e peço que comente comigo sobre este artigo, pois é importante para minha carreira a sua opinião viu!

"Pouco importa que venha a velhice,

que é a velhice ?

Teus ombros suportam o mundo

e ele não pesa mais que a mão de

uma criança [...]."

-Carlos Drummond de Andrade-

(Conheça mais do parceiro https://www.educaretransformar.com.br )

A diferença entre um chefe e um líder

22/07/2016

A humanização entre os seres e os cargos que ocupam.

Algumas pessoas fazem uma grande diferenciação entre cargos, comportamentos e hierarquias no mercado, o que é interessante, mas ao mesmo tempo se esquecem que o tanto o cargo quanto sua posição hierárquica são apenas funções dentro de um determinado lugar, e como função, não quer dizer que dure para sempre, apenas enquanto existir a necessidade da sua existência.

Mas o que isso significa realmente?

Bem, quando estudamos sobre cargos, chefias e lideranças, geralmente colocamos tudo num mesmo ponto e vemos tão somente as funções estabelecidas, quando na realidade devemos não ver mais as funções em sim, mas o relacionamento humano que se ajusta antes, na e após a função exercida. Por exemplo, quando um chefe precisa tomar alguma decisão, o que deve ser visto como princípio da sua decisão, é o quanto isso afetará as pessoas ao seu redor e abaixo dele hierarquicamente, e também, o quanto afetará as pessoas que utilizam o produto ou serviço que a empresa deste chefe gera.

Na prática: imagine que na empresa VolksWagem, o chefe ficaria sabendo que havia uma fraude em seu software que calculava a quantidade de emissão de poluentes. Ele demite os fraudadores e deixa evidente a fraude, podendo perder mercado, ou apenas repreende os fraudadores e os mantém para preservar o nome da empresa? Uma pessoa preocupada com a função de chefe em si, talvez jamais demitisse e viesse a se expor desta forma, e foi um pouco do que ocorreu recentemente no mercado, onde os próprios engenheiros vieram a delatar o caso e com isso Martin Winterkorn renuncia ao cargo de presidente-executivo e pede demissão da Volkswagem.

Agora em poucas palavras falo da diferença do que é um líder, pois em sua visão, não se preocupe com sua função tão somente, mas com as pessoas. A única diferença entre uma pessoa que ocupa uma função (pode ser chefe, diretor, gestor) e um líder é esta: “O líder inspira pessoas pela sua própria atitude”.

Na prática: Em uma entrevista, Jorge Gerdau responde para o diretor da empresa Renner (José Galló) sobre como se formam os líderes, e este responde: “Não sei, acho que líder e empreendedor se formam dando oportunidades! ”.

A empresa Gerdau é uma das maiores do país, tem excelência na gestão e também a questão da meritocracia é fundamental, e mais que ser uma grande empresa, ela possui um líder que todos conhecem, que sabem dos seus erros pois são assumidos em público no momento que ocorre se preciso, onde as fraquezas são expostas e sem medo algum, suas dores são mostradas, e ainda assim é a Gerdau, exatamente porque possui um líder, e não alguém visto simplesmente como o dono, mas ao contrário, é alguém que inspira todos que estão com ele….esta sim, é a única e verdadeira diferença entre um líder (inspiração) e um chefe (compromisso apenas com a função).

 

A necessidade de empatia para se ter visão estratégica

22/07/2016

Olá, tudo bem contigo?

 

Muitas pessoas sonham em ser estratégicas nas empresas, nos cargos que ocupam e até na vida, mas o que realmente significa ser estratégico, o que está por trás da competência estratégia?

Se olharmos a definição da palavra é: um conjunto de manobras, ter um plano,é o planejamento necessário a tarefas complexas...

Mas na ação vamos pensar além, ser estratégico requer empatia? na minha opinião sim! Porque? porque se eu conseguir pensar que a minha ação terá uma consequência mais a frente em varios níveis  bons ou ruins, atingindo pessoas estarei sendo estratégico, pensamento estratégico requer empatia (faculdade de compreender emocionalmente um objeto ou pessoa) , pois se eu conseguir pensar a frente me colocando no lugar dos outros ou de alguma situação eu estarei sendo estratégico, por isso ouso dizer que pessoas muito técnicas e que desenvolveram pouco no decorrer de suas vidas o contato com suas emoções ou por algum motivo foram criadas por pessoas mais rígidas terão mais dificuldade em terem uma visão estratégica. Dificilmente se consegue ser estratégico sem se colocar no lugar do outro!

Entretanto estratégia se desenvolve, felizmente, o primeiro passo é se dando conta que se na empresa eu estou em um cargo que me exige estratégia eu preciso desenvolver essa faceta, preciso me conectar mais com as pessoas, treinar esse hábito, MUDAR, essa simples palavra que sabemos não é nada fácil.

Mudar requer abertura que também é mais desafiador para pessoas mais técnicas, mas as pessoas mais técnicas são as que justamente terão que investir nisso, pois senão alguém mais estratégico vai ocupar o lugar dela na empresa ou em algum momento a vida a pedirá mais estratégia. 

Estratégia tem  a ver também com lidar com o inesperado esperado, estar preparado....

Estratégia também para atender a nova geração de millennials

Dessa forma investir em você mesmo buscando saber como você reage em situações sob pressão, como é o seu perfil profissional,quais as dificuldades recorrentes que aparecem em seus desafios diários é fundamental para saber se você quer ou não, precisa ou nao ser estrategico.

Sempre digo nos meus atendimentos que não existe perfil bom ou ruim, existe um perfil que pode ou não estar sendo bom ou ruim no momento que aquela pessoa está , no que ela esta buscando,. somos seres em eterno ajuste e mudança.

Sempre o norte será o sentimento, esse que diz se as coisas estão boas ou ruins. Ouvindo eles, já é meio caminho andado!

Os 10 erros nas redes sociais que podem custar seu futuro emprego

20/01/2015

Você está procurando emprego? E enquanto faz isto, fica postando em redes sociais? Muito cuidado: uma coisa pode atrapalhar a outra. As redes sociais tem sido usadas para obter percepções sobre quem você é fora da sala de entrevistas, e dependendo do tipo de postagem que você faz, isto pode significar sua exclusão do processo seletivo.

  

Com o uso disseminado das redes sociais, cada vez mais empregadores estão se voltando para elas em busca de informações adicionais sobre os potenciais candidatos em um processo seletivo. Mas, segundo uma pesquisa do site de carreira CareerBuilder, eles não estão gostando nada do que descobrem na web.

Cerca de 40% dos empregadores admitiram utilizar mídias sociais para pesquisar informações extras sobre os candidatos para uma vaga. Dentro deste grupo, mais da metade dos recrutadores disse ter encontrado informações de que o levou a não contratar o candidato.

O site ouviu mais de 2.138 gerentes de contratação e profissionais de Recursos Humanos e listou os comportamentos nas redes sociais que mais provocam rejeição dos empregadores. Confira quais são eles:

Candidatos à vaga publicam fotos ou informações provocativas ou inadequadas – 46%

Postam fotos ou informações sobre bebidas e uso drogas – 41%

Reclamam de ex-colegas ou da empresa anterior – 36%

Mostram baixa habilidade de comunicação – 32%

Postam informações discriminatórias relacionadas à raça, sexo, religião, etc – 28%

Mentem sobre qualificações – 25%

Compartilham informações confidenciais de empregadores anteriores – 24%

Têm ligações com práticas criminais – 22%

Têm apelidos não profissionais – 21%

Mentem sobre uma ausência na entrevista – 13%

É preciso também procurar entender mais sobre o comportamento nas entrevistas e também as melhores perguntas de entrevista de emprego, para melhor preparo do candidato

Fonte: economia.uol