Dicas e Cursos
  • Conheça a profissão: Biomédico

    20/11/2017

    O biomédico é o profissional que destrincha doenças, ao identificar e estudar micro-organismos. É ele quem prepara o terreno para o tratamento de enfermidades ao abastecer médicos com informações sobre bactérias e fungos que causam patologias.

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  • Conheça a profissão: Caminhoneiro

    30/06/2017

    Perguntas e respostas sobre a profissão de caminhoneiro. Como é a rotina e quanto ganha um caminhoneiro? O que é preciso fazer para ser motorista de caminhão? Veja as respostas neste artigo!

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  • Conheça a profissão: Porteiro

    09/06/2017

    Não se pode confundir a função de porteiro com a função de vigia ou vigilante. Porteiro é o funcionário que deve controlar o ingresso de pessoas, bens, correspondência no edifício, isto é, limita-se a observar e monitorar a entrada, não sendo responsável pela segurança do patrimônio. O vigia exerce muitas vezes a atividade de segurança, mas não pode ser incluído na categoria de vigilante, pois nesta há requisitos específicos.

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  • Conheça a profissão: Administrador de Pessoal

    03/06/2017

    O Administrador de Pessoal é o profissional que trabalha na área de administração de departamento pessoal, com grande proximidade da área de Recursos Humanos além da área de gestão de pessoas. Tratam-se dos profissionais que atuam ajudando para que indivíduos se sintam conectados às suas organizações e assim as ajudem a crescer e a melhorar continuamente.

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  • Conheça a profissão: Comissário (a) de Bordo

    31/05/2017

    Os comissários(as) de bordo, ou comissários(as) de voo, são profissionais cuja missão principal é cuidar pela segurança, tranquilidade e conforto dos passageiros do transporte aéreo, bem como do restante da tripulação. Para exercer a profissão de comissário de bordo não é necessário ter grau superior (faculdade), mas são exigidos treinamentos e exames específicos. Os requisitos para obter a licença de Comissário de Voo são:

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  • Conheça a profissão: Geólogo

    30/05/2017

    O geólogo ou engenheiro geológico estuda a origem, a estrutura, a composição e as transformações da crosta terrestre. Esse bacharel investiga a ação das forças naturais sobre o planeta e seus efeitos, como a erosão e a desertificação. Analisa fósseis e minerais e a topografa dos terrenos. Localiza e acompanha a exploração de jazidas de minério, depósitos subterrâneos de água e reservas de petróleo, carvão mineral e gás natural. Todas as grandes obras de infraestrutura – hidrelétricas, barragens, linhas de metrô, túneis, pontes e viadutos – exigem a atuação de um engenheiro geológico para fazer a análise do solo e das rochas e elaborar o estudo de impacto ambiental. O registro profissional no Conselho regional de Arquitetura e Agronomia (Crea) é obrigatório.

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  • Conheça a profissão: Geógrafo

    29/05/2017

    O geógrafo elabora mapas, estuda e analisa questões sociais, ambientais e econômicas, planeja e organiza sistemas de circulação logística rural e urbana, elabora banco de dados geográficos, trabalha com estatísticas populacionais, atua na elaboração de planejamentos urbanos, trabalha com sensoriamento remoto, desenvolve estratégias de ocupação do espaço para evitar impactos sobre o meio ambiente. O graduado em Geografia também pode atuar na área de educação como professor de Geografia, caso complemente com disciplinas pedagógicas.

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  • Conheça a profissão: Estatístico

    29/05/2017

    O estatístico é o profissional especialista em planejar, coletar, analisar e interpretar dados. Sendo responsável por gerar informações de alto valor no estudo de fenômenos de diversos tipos: médicos, econômicos, sociais, naturais e outros. Planeja seguir a profissão de estatístico? Então, continue nos acompanhando e confira 6 áreas promissoras que você poderá trabalhar!

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  • Conheça a profissão: Profissional Liberal

    27/05/2017

      O conceito de profissão “liberal” O termo não é bom, mas tem sido tradicionalmente utilizado. O senso comum indica que tais profissionais seriam aqueles que trabalham por conta própria, sendo patrões de si mesmo. Seriam médicos, advogados, engenheiros, etc. que teriam seus consultórios e escritórios próprios, não devendo “satisfação” a ninguém.

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  • Conheça a profissão: Revendedor Lotérico

    26/05/2017

    Ser um revendedor lotérico é antes de qualquer coisa, ser um empreendedor de pequeno porte, já que para conseguir ser um é necessário abrir uma casa lotérica, dando início ao que se entende por ter um negócio próprio.  Um revendedor lotérico precisa ter uma autorização formal da Caixa Econômica Federal, que só poderá ser conquistada por meio de um processo licitatório, que visa entender se o interessado de fato atendeu a todos os requisitos exigidos no edital de abertura.

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Conheça a profissão: Biomédico

20/11/2017

O biomédico é o profissional que destrincha doenças, ao identificar e estudar micro-organismos. É ele quem prepara o terreno para o tratamento de enfermidades ao abastecer médicos com informações sobre bactérias e fungos que causam patologias.

O curso de Biomedicina é puxado, mas não é um bicho de sete cabeças. A graduação dura, em média, quatro anos. No começo da faculdade, você vai ter aulas teóricas de, por exemplo, bioquímica e fisiologia. Mais à frente, práticas em laboratórios são realizadas.

Se você tem medo de experimentar o cotidiano de um bioquímico, um aviso: o estágio supervisionado é obrigado. A monografia para conclusão de curso também. O trabalho final te ajuda a escolher qual área você quer explorar profissionalmente.

>> Saiba mais sobre o curso e a carreira de Biomedicina:

O mercado de trabalho para este profissional é quase infinito (veja abaixo lista de campos de atuação). Você pode trabalhar em laboratórios, clínicas e hospitais, realizando análises clínicas ou diagnósticas por imagem.

O salário inicial do biomédico, segundo pesquisa do Data Folha, está entre 5 e 7 salários mínimos. Em 2015, o valor está entre R$ 3.940,00 e R$ 8.688,00. Interessante, não é?

>> Campos de atuação:

Análise Ambiental – Fazer análises físico-químicas e microbiológicas para saneamento do meio ambiente, inclusive de água e esgoto.

Análises Bromatológicas – Estudar as propriedades dos alimentos, composição química e calórica, desde a produção, passando pela coleta e pelo transporte, de modo a garantir que não haja adulteração.

Análises Clínicas – Realizar exames clínicos em laboratórios e hospitais, assinando os respectivos laudos, para identificar agentes causadores de doenças.

Anatomia – Estudar a estrutura e a forma dos organismos.

Biofísica – Investigar os processos fisiológicos dos seres vivos, utilizando conceitos da física.

Biologia Molecular – Pesquisar a estrutura e o funcionamento das moléculas de DNA e RNA, das proteínas e dos genes responsáveis pela transmissão dos caracteres hereditários. Atuar nos processos de fertilização para reprodução animal e humano.

Bioquímica – Analisar o metabolismo dos animais e vegetais, verificando a composição química deles.

Biotecnologia – Manipular substâncias e microrganismos para a industrialização de alimentos ou fabricação de medicamentos e cosméticos, entre outros produtos.

Citologia – Estudar a estrutura, a composição e as funções das células.

Diagnóstico por Imagem – Realizar exames que possibilitem diagnóstico por imagens, como ressonância magnética e tomografa computadorizada.

Docência e Pesquisa – Orientar projetos de pesquisa e ministrar aulas teóricas e práticas.

Embriologia – Estudar a formação dos tecidos e órgãos animais, inclusive humanos.

Farmacologia – Estudar as propriedades físicas e químicas, os efeitos bioquímicos e fisiológicos e os usos terapêuticos dos fármacos.

Genética – Pesquisar as leis e os processos de transmissão de caracteres hereditários e o papel dos genes na definição das características de um ser.

Histologia – Examinar tecidos e órgãos de animais e plantas.

Imunologia – Investigar o sistema de defesa do organismo humano para a produção de vacinas e medicamentos.

Microbiologia – Estudar microrganismos, como bactérias, vírus e fungos.

Parasitologia – Analisar os organismos animais e vegetais que sobrevivem à custa de outros.

Patologia – Estudar, diagnosticar e tratar doenças.

Psicobiologia – Estudar as relações entre o sistema nervoso e o comportamento humano.

Sanitarista – Atuar em órgãos de vigilância sanitária.

Toxicologia – Analisar efeitos adversos de substâncias que possam ser tóxicas, como cosméticos, medicamentos, veneno de insetos etc.

Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br

Conheça a profissão: Caminhoneiro

30/06/2017

Perguntas e respostas sobre a profissão de caminhoneiro. Como é a rotina e quanto ganha um caminhoneiro? O que é preciso fazer para ser motorista de caminhão? Veja as respostas neste artigo!

 

Como é a rotina de um caminhoneiro?

O caminhoneiro é o profissional da estrada e sua rotina de trabalho está intrinsecamente ligado à estrada. Basicamente sua função é conduzir o caminhão no transporte de cargas de um ponto a outro, isto pode ser dentro do país ou para fora dele. Ele deve ser cuidadoso, ter muita atenção pois a atividade de dirigir requer atenção constante e responsabilidade.

Entre os desafios que ele enfrenta no dia-a-dia estão as estradas ruins que é comum em várias partes do país, o risco de roubos de carga, riscos de acidentes e a solidão que é típica neste caso, já que ele passa vários dias sozinho pelas estradas.

Quanto ganha um caminhoneiro?

Os ganhos dos caminhoneiros variam. Depende do tamanho do caminhão, da capacidade de carga, se o caminhoneiro é dono do seu próprio caminhão ou se trabalha para uma empresa que fornece os veículos, depende do valor das cargas transportadas, enfim, todas estas variáveis podem fazer com que os salários de um caminhoneiro variem de R$1500,00 a R$5000,00. É claro que existem casos em que caminhoneiros chegam a ganhar mais do que isso, mas, nestes casos, o trabalhador extrapola a jornada permitida, assumindo riscos e colocando sua vida em jogo.

O que é preciso fazer para ser caminhoneiro?

Em primeiro lugar, para desempenhar a profissão de caminhoneiro é necessário ter uma carteira de motorista especial. Existem as categorias D e E para veículos grandes e pesados. Tudo depende do tamanho do veículo e de sua capacidade de carga. A grande diferença da categoria E é o fato de que esta carteira permite que o motorista dirija caminhões com mais de uma unidade tracionada, ou seja, com muito mais capacidade de carga. Além da carteira especial, instituições como o SEST e ou SENAT oferecem cursos profissionalizantes para capacitar motoristas de diversos tipos de carga.

Como está o mercado de trabalho?

O mercado de trabalho clama por profissionais. Há centenas de milhares de vagas em aberto, mas faltam profissionais qualificados. Os motivos: má fama da profissão de caminhoneiro e insegurança nas estradas. Com a regulamentação do trabalho de caminhoneiro aprovada em 2015, as coisas tendem a melhorar e as vagas podem ser preenchidas.

Quais os perigos este profissional enfrenta?

A atividade de caminhoneiro é uma das mais perigosas em vários sentidos. Vejamos alguns:

Primeiro que o fato de viajar constantemente pelas estradas do país já é por si um grande perigo. O risco de acidentes é grande para quem conduz caminhão, em função do tipo de carga, tamanho do caminhão, condições das estradas, imprudência de outros motoristas, entre outros.

A pressão que muitos sofrem para cumprir prazos de entrega coloca em risco sua vida e inclusive de outras pessoas que também usam as estradas. Dizem que é pior dirigir cansado do que bêbado. Logo, sabemos que muitos caminhoneiros não respeitam os períodos de descanso e sono e acaba trabalhando cansado e isto é muito perigoso.

Outro fator de risco desta profissão são os assaltos. Sabemos que ocorre muitos assaltos em função da carga que eles carregam e que são valiosas.

Fonte: http://www.faq.inf.br

Conheça a profissão: Porteiro

09/06/2017

Não se pode confundir a função de porteiro com a função de vigia ou vigilante. Porteiro é o funcionário que deve controlar o ingresso de pessoas, bens, correspondência no edifício, isto é, limita-se a observar e monitorar a entrada, não sendo responsável pela segurança do patrimônio. O vigia exerce muitas vezes a atividade de segurança, mas não pode ser incluído na categoria de vigilante, pois nesta há requisitos específicos.

A atividade de vigilante exige preparo para enfrentar situações de perigo, de como agir ao verificar irregularidades no local, o ingresso de pessoas estranhas, proteger o patrimônio, noções de segurança pessoal. A Lei 7.102/83, que dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento de empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores, prevendo entre os requisitos para o exercício da profissão de vigilante “ter instrução correspondente à quarta série do primeiro grau” e “ter sido aprovado em curso de formação de vigilante” (art. 16, incisos III e IV).

O exercício da profissão de vigilante requer também “prévio registro na Delegacia Regional do Trabalho” (art. 17). Também era assegurado ao vigilante “porte de arma, quando em serviço” (art. 19), este revogado pelo Estatuto do Desarmamento.

Ressalta o parecer do TeleCondo que a função de vigilante não se confunde com a de vigia, muito menos com a de porteiro. Cita inúmeros julgados a respeito. A título de ilustração, reproduzimos o cerne de algumas decisões:

1 –  Empregado que atua como porteiro, quando escalado para turno diurno, embora armado, não é vigilante, mas vigia. (TST, RR 341838)

2 – A jurisprudência, ao interpretar as Leis 7.102/83 e 8.863/94, tem estabelecido diferenças quanto às duas atividades de vigilante e vigia (nesta última, incluídas as funções de guarda-noite e porteiro). O vigia exerce suas tarefas sem as exigências legais previstas nas Leis supracitadas, não se lhe exigindo escolaridade mínima, curso próprio, uso de uniforme, dentre outros, desempenhando tão-somente atribuição de fiscalização no local de trabalho.” (TRT 18ª Região, RO0740/2001)

3 –  O porteiro limita-se a observar os fatos, não estando obrigado à prestação de outros serviços, enquanto que os vigilantes exercem funções mais complexas, em face das responsabilidades e do preparo a que se submetem, sendo exigida, deles, a defesa policial, visando à proteção de bens.”

Lembra, ainda, o TeleCondo que se o porteiro também exercer a função de vigia (ou vigilante), tendo que afastar-se da portaria, o condomínio ficará vulnerável à entrada de pessoas estranhas no edifício, donde se conclui que são incompatíveis as duas funções. Situações fáticas poderão levar a Justiça do Trabalho a enquadrar o porteiro na categoria de vigilante (v.g. TRT 2ª Região, RO 2000012735), ou não (TRT 9ª Região, RO 113745-2000 e TRT 3ª Região, RO 4024/02).

Como medida preventiva, recomenda-se que o síndico não atribua nem exija do porteiro mais do que o desempenho precípuo das atividades inerentes à função.

Fonte: http://www.garantefloriano.com.br

Conheça a profissão: Administrador de Pessoal

03/06/2017

O Administrador de Pessoal é o profissional que trabalha na área de administração de departamento pessoal, com grande proximidade da área de Recursos Humanos além da área de gestão de pessoas. Tratam-se dos profissionais que atuam ajudando para que indivíduos se sintam conectados às suas organizações e assim as ajudem a crescer e a melhorar continuamente.

Objetivos do Cargo

Atuar nas rotinas da área de pessoal, processando admissão, demissão, férias, alterações cadastrais, controlando e lançando ponto eletrônico e transferências de funcionários.

A área de departamento pessoal é uma das que mais evoluiu com o passar das décadas, pelo menos dentro do ramo de administração. Não faz muito tempo que seus processos eram todos extremamente arcaicos, envolvendo folhas de ponto e conferência manual de horas extras cumpridas. Os sistemas de computação só fazem melhorar e toda a tecnologia que nos beneficia em outros campos da vida também contribuiu para que o DP se transformasse e crescesse em aptidões e em eficiência.

Trata-se de um setor que a maioria das organizações terceiriza, ou seja, contrata outras empresas para cuidar, para administrar, o que pede dos profissionais do campo uma melhora e evolução constantes.

Formação

As formações normalmente aceitas para esta função são Graduação em Administração e Graduação em Recursos Humanos.

Remuneração:

Os ganhos para esta função irão variar com relação à categoria (júnior, máster, sênior, etc) e com o porte e o segmento da empresa, variando atualmente entre R$1.200,00 e 3.000,00 (esta é apenas uma base, os valores variam bastante nas empresas).

Apesar dos desafios e dificuldades trata-se de uma profissão linda, que representa o lado sensível da burocracia, buscando compreender mais as pessoas e reconhecer suas capacidades, qualidades e seus reais talentos. Toda a psicologia que envolve este ramo é muito bonita e mostra que apesar de estarmos nesse mundo louco em que vivemos ainda existe um cuidado com o indivíduo, com o próximo.

Fonte: https://www.calendariobr.com.br / www.sine.com.br

Conheça a profissão: Comissário (a) de Bordo

31/05/2017

Os comissários(as) de bordo, ou comissários(as) de voo, são profissionais cuja missão principal é cuidar pela segurança, tranquilidade e conforto dos passageiros do transporte aéreo, bem como do restante da tripulação.

Para exercer a profissão de comissário de bordo não é necessário ter grau superior (faculdade), mas são exigidos treinamentos e exames específicos. Os requisitos para obter a licença de Comissário de Voo são:

- Ter pelo menos 18 anos

- Ter Ensino Médio Completo

- Cumprir o Programa de Instrução teórica e Prática estabelecido no Manual de Curso de Comissário de Voo e ser aprovado em curso homologado pela Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC),

- Ser aprovado em banca de exames da ANAC

- Ter o Certificado Médico Aeronáutico (CMA) 2º classe, válido

O processo de recrutamento e seleção dos comissários e comissárias de bordo costuma envolver entrevista pessoal, teste psicológico, exames médicos, verificação de qualificação e dinâmicas de grupo. Caso seja selecionado, o comissário precisa passar ainda por um período de treinamento dentro da empresa antes de começar a exercer a função.

Salário Mínimo Profissional do Comissário de Bordo

De acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas, o piso salarial dos comissários de bordo de linhas aéreas é de R$ 1.742. No caso de comissários de voo de táxi aéreo, o piso é de R$ 1.352.

O salário mínimo profissional dos comissários de bordo, na prática, pode aumentar substancialmente devido às remunerações variáveis, benefícios e adicionais obrigatórios por lei para essa categoria. Adicional de compensação orgânica (devido ao ambiente desfavorável para o organismo), horas de voo, horas de reserva, gratificação por senioridade, adicional noturno, periculosidade, adicional para cargos específicos como chefe de cabine, diárias e adicionais para voos em domingos e feriados são alguns dos fatores que podem incrementar o salário de um comissário de bordo.

Considerando os adicionais, o salário inicial de um comissário de bordo que atua em voos nacionais é de aproximadamente R$ 3.500.

Média Salarial do Comissário de Bordo

O salário de um comissário de bordo varia de acordo com o porte da empresa aérea onde trabalha, o tempo de experiência, e o tipo de voo (nacional ou internacional) e classe atendida (econômica, business, primeira classe).

De acordo com levantamento feito pelo site de empregos Catho, um comissário de bordo no Brasil ganha entre R$ 3.000 e R$ 5.000, com média salarial nacional de R$ 3.716.

Sites de cursos de comissário de bordo e reportagens de jornais e revistas citam o salário médio de R$ 7.000 para comissários e comissárias de voo com carreira internacional.

Sobre a carreira de Comissário de Bordo

O comissário de bordo pode trabalhar no transporte aéreo nacional e internacional, em aviões comerciais, táxis aéreos e até helicópteros.

Algumas das funções do comissário de bordo são:

- Receber e encaminhar os passageiros aos seus lugares.

- Verificar o posicionamento correto das poltronas e cintos de segurança.

- Zelar pela segurança a bordo.

- Transmitir informações sobre o voo aos passageiros.

- Atender solicitações de passageiros e tripulação.

- Checar equipamentos de segurança.

- Verificar e oferecer alimentação e material de pernoite.

- Grande capacidade de autocontrole diante de circunstâncias adversas e inesperadas e saber lidar com o público são duas das características importantes para ser um bom comissário de bordo. Falar outros idiomas é obrigatório para aqueles que pretendem seguir carreira internacional, sendo que línguas orientais (chinês, japonês) têm sido bastante demandadas pelas companhias aéreas.

De acordo com estudos da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), a carreira de comissário de bordo está em alta e deve continuar assim nos próximos anos. A expectativa da Associação é de que até 2020 sejam criados mais 660 mil empregos no setor da aviação e sejam construídos mais 73 aeroportos no Brasil.

Não ter rotina e poder conhecer muitos países são duas das vantagens mais citadas da carreira de comissário de bordo. Embora verdadeiras, essas características não se aplicam necessariamente a todos os profissionais. Comissárias de voo que voltam da licença-maternidade, por exemplo, têm o direito de fazer a “escala-mãe”, com voos de curta duração e horário de trabalho regular. Comissários que fazem faculdade à noite também podem negociar um horário fixo. Nesses casos, ao ter uma jornada fixa de trabalho, com “horário comercial”, o comissário de bordo deixa de receber os adicionais de viagens mais longas.

Pela lei, os tripulantes de aeronaves podem viajar 85 horas mensais, no máximo,  com pelo menos 8 dias de folga por mês. A legislação também prevê uma série de outras regras, como o acréscimo de 3 horas de descanso a cada 3 fusos horários atravessados e mais 12 horas de descanso ao chegar em sua base de origem, além de diárias para alimentação, independentemente das refeições servidas a bordo.

Fonte: http://www.guiadacarreira.com.br

Conheça a profissão: Geólogo

30/05/2017

O geólogo ou engenheiro geológico estuda a origem, a estrutura, a composição e as transformações da crosta terrestre. Esse bacharel investiga a ação das forças naturais sobre o planeta e seus efeitos, como a erosão e a desertificação. Analisa fósseis e minerais e a topografa dos terrenos. Localiza e acompanha a exploração de jazidas de minério, depósitos subterrâneos de água e reservas de petróleo, carvão mineral e gás natural. Todas as grandes obras de infraestrutura – hidrelétricas, barragens, linhas de metrô, túneis, pontes e viadutos – exigem a atuação de um engenheiro geológico para fazer a análise do solo e das rochas e elaborar o estudo de impacto ambiental. O registro profissional no Conselho regional de Arquitetura e Agronomia (Crea) é obrigatório.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE GEOLOGIA E GEOFÍSICA?

A Geologia estuda a estrutura e a composição química da Terra, e sua evolução ao longo do tempo, com ênfase no estudo de rochas e minerais. Já a Geofísica tem foco na estrutura da Terra e do subsolo, mas usa métodos de prospecção indiretos, baseados no comportamento de ondas e/ou do campo eletromagnético, por exemplo. O mercado de trabalho dos dois bacharéis é o mesmo (exploração de petróleo, geologia ambiental, mineração), mas eles se ocupam de tarefas distintas, ainda que inter-relacionadas.

O que você pode fazer

Engenharia geológica: Fazer o levantamento geológico e geotécnico de áreas para a construção de represas, túneis e estradas. Estudar a recuperação de áreas degradadas pela mineração.

Geofísica: Pesquisar os fenômenos elétricos, térmicos, magnéticos, gravitacionais ou sísmicos do planeta.

Geologia ambiental: Planejar a ocupação de territórios e avaliar o risco geológico (erosões, enchentes e deslizamentos) incidente sobre essas regiões. Recuperar solos contaminados.

Geologia forense: Aplicar técnicas de geologia para elucidação de crimes.

Geologia do petróleo: Localizar e explorar reservas petrolíferas e de gás natural, dentro da área de recursos energéticos.

Hidrogeologia: Descobrir depósitos de água subterrâneos e planejar sua exploração de forma a garantir a pureza das águas.

Mineralogia: Estudar minerais e gemas, descrevendo e quantificando suas propriedades para uso industrial ou em joias.

Paleontologia: Localizar sítios que guardam fósseis, de modo a proteger o patrimônio paleontológico nacional.

Mercado de Trabalho

Empresas que atuam em áreas ligadas ao meio ambiente, à mineração, à exploração de petróleo e gás e aos recursos hídricos são as que mais requisitam geólogos. Há boas chances também em consultorias, onde os geólogos são contratados para atender demandas como fazer o levantamento geológico de uma área, realizar um estudo de solo para verificar os riscos de enchentes e deslizamentos ou ainda localizar uma reserva de gás natural. Esse profissional também atua em agências reguladoras e órgãos do governo, como Agência Nacional do Petróleo (ANP), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agência Nacional de Águas (ANA), Serviço Geológico do Brasil, Embrapa e Ibama, entre outros. As oportunidades no setor ambiental distribuem-se por todo o território nacional, com maior procura na Região Sudeste, enquanto o mercado de petróleo se concentra especialmente no Rio de Janeiro, mas a Petrobras também está presente em cidades como Vitória (ES), Aracaju (SE), Natal (RN) e Santos (SP). “É importante ressaltar que o geólogo normalmente não tem uma posição geográfica fixa, especialmente no início da carreira. Ele pode atuar em várias regiões do Brasil e até no exterior. Esta é uma tradição na carreira: viajar a trabalho e conhecer diferentes regiões do país e do mundo”, conta Wanilson Luiz Silva, professor do Instituto de Geociências da Unicamp.

Curso

O bacharelado começa com matérias básicas, como química, matemática, física e biologia, mas já no primeiro ano o aluno tem atividades de campo para se familiarizar com os conteúdos próprios da Geologia. Em seguida, entram no currículo algumas disciplinas específicas, como petrografia (descrição e análise de rochas), sedimentologia e paleontologia. A partir do terceiro ano, a ênfase é dada à formação profissional, com aulas de geologia econômica, sensoriamento remoto, tratamento de minérios e geologia urbana, entre outras. Parte considerável da formação do aluno ocorre em aulas práticas extraclasse. Nos trabalhos de campo, o estudante faz mapeamentos e coleta material que será mais tarde analisado em laboratório. No último ano, um trabalho de conclusão de curso, que pode ser feito em campo ou em uma empresa, de acordo com o tema escolhido, e a realização de estágio são obrigatórios. Na UFPel (RS) e na Ufop (MG), o curso é denominado Engenharia Geológica.

Duração média do curso: 5 anos.

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br

Conheça a profissão: Geógrafo

29/05/2017

O geógrafo elabora mapas, estuda e analisa questões sociais, ambientais e econômicas, planeja e organiza sistemas de circulação logística rural e urbana, elabora banco de dados geográficos, trabalha com estatísticas populacionais, atua na elaboração de planejamentos urbanos, trabalha com sensoriamento remoto, desenvolve estratégias de ocupação do espaço para evitar impactos sobre o meio ambiente. O graduado em Geografia também pode atuar na área de educação como professor de Geografia, caso complemente com disciplinas pedagógicas.

Características profissionais importantes (aptidões, habilidades e competências)

- Habilidade para trabalhar em equipe;

- Capacidade de análise e interpretação de dados e informações;

- Interesse por pesquisa.

Mercado de Trabalho

- Órgãos públicos

- Empresas privadas (mineradoras, exploração de petróleo, reflorestamento, entre outras);

- Universidades públicas e privadas e centros de pesquisa;

- IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística);

- Empresas de consultoria ambiental;

- Empresas de cartografia;

- Agências de ecoturismo;

- ONGs ambientais.

Alguns exemplos de especializações

- Geopolítica

- Geografia Humana

- Geografia Econômica

- Análise Ambiental

- Cartografia Digital

- Urbanismo

- Estatística

Salário Médio Inicial

De R$ 3.700,00 a R$ 5.800,00

Você sabia?

- No dia 29 de maio é comemorado o Dia do Geógrafo.

- É comemorado em 13 de fevereiro o Dia da Criação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Fonte: http://www.suapesquisa.com

Conheça a profissão: Estatístico

29/05/2017

O estatístico é o profissional especialista em planejarcoletaranalisar e interpretar dados. Sendo responsável por gerar informações de alto valor no estudo de fenômenos de diversos tipos: médicos, econômicos, sociais, naturais e outros.

Planeja seguir a profissão de estatístico? Então, continue nos acompanhando e confira 6 áreas promissoras que você poderá trabalhar!

1. Industrial

A área industrial tem procurado cada vez mais pelos serviços oferecidos pelo profissional estatístico. E a sua contribuição, diferente do que muitos pensam, pode ser bem grande dentro das indústrias. Os estatísticos são responsáveis pelas aplicações de metodologias estatísticas de controle de qualidade, por analisar como está o posicionamento de produtos perante o mercado, por fazer comparações objetivas da empresa em relação à concorrência, ou até mesmo, por apontar o índice de satisfação dos clientes e dos funcionários frente a pontos específicos da corporação.

2. Financeira

Essa é a área que mais oferece oportunidades para o profissional estatístico, pois é de longe a que mais contrata e mais valoriza, pagando os maiores salários. Nas instituições financeiras, existem núcleos específicos criados justamente para o estatístico. As instituições financeiras que melhor estão pagando a esses profissionais são os bancos e as empresas de cartões de crédito — acredita-se que um recém-formado possa começar ganhando cerca de R$4 mil reais, alcançando rapidamente o dobro disso. Na área financeira, o profissional estatístico é responsável por realizar análises financeiras, análise de ofertas de crédito, fazer projeções de risco, entre outros.

3. Biomédica

Os estatísticos são de suma importância na área da biomedicina. Afinal, imagine a elaboração de medicamentos sem a execução dos procedimentos estatísticos necessários para a validação das hipóteses pertinentes ao estudo. Qual confiabilidade teríamos acerca desses medicamentos? Nenhuma. Pois, os resultados poderiam ser: ingestão de substâncias que trazem elevados danos ao organismo do paciente ou até mesmo letais.

Nessa área o profissional estatístico é responsável por testar e lançar os medicamentos, realizar pesquisas biomédicas, coletar dados em hospitais e controlar a segurança dos cosméticos. Ela é promissora pelos estatísticos por realmente estarem escassos nessa área, no entanto, muitos não se sentem atraídos, pois os salários não são tão elevados como no setor financeiro.

4. Agronegócio

Grande parte do trabalho dos agrônomos se baseia em estatísticas que comprovem que determinada planta produz melhor que outra. O profissional estatístico nessa área é responsável por indentificar meios para aumentar a produção em quantidade e eficiência, analisar o mercado e realizar projeções sobre o agronegócio.

5. Telecomunicação

A área das telecomunicações também oferece grandes chances de contratação. Nesse setor, o trabalho do profissional estatístico é contribuir com a empresa na detecção das maiores insatisfações dos clientes, para poder corrigir eventuais problemas e não perdê-los, visto que a fidelização é tão importante para empresas desse setor. O estatístico ainda ajuda a empresa a determinar onde iniciar e expandir sua cobertura.

6. Consultoria Estatística

Quer explorar ao máximo das diversidades dos campos de atuação que a profissão de estatística pode lhe proporcionar? Se sim, você provavelmente gostará muito de trabalhar com consultorias. Atuar neste ramo é uma boa pedida para aqueles que gostam de desafios e de solucionar problemas dos mais diversos tipos.

Seja na área acadêmica ou empresarial, há muitos estudos de diversos tipos sendo realizados neste exato momento por esses setores. Muitos dos quais requerem validações e aplicações de metodologias estatísticas para que se chegue a alguma conclusão. E é aí que o estatístico entra, dando suporte no que for preciso.

O profissional que trabalha com consultorias tem a imensa oportunidade de visitar e conhecer várias áreas do conhecimento. Muitas vezes, graças a essa recorrente exposição a outros temas, ele acaba se identificando mais com alguma das áreas, e, portanto, pode acabar tendo uma orientação mais fundamentada a respeito de qual caminho seguir em sua carreira.

Com relação aos ganhos que você poderá ter na consultoria, eles dependerão muito da sua posturaabordagem e comprometimento profissional. Sendo válido dizer que nessa área não há limites para o seu ganho financeiro (por não haver salários), e nem para sua experiência pessoal e profissional. Visto que você estará sujeito a aprender coisas novas o tempo todo.

Ganhos e auge da carreira

No início da carreira, os salários costumam variar entre R$2 mil e R$3 mil nas pequenas empresas, podendo chegar até a R$4 mil nas empresas de grande porte e na docência em universidades.

Alguns anos depois, com uma determinada experiência, os salários podem chegar a aproximadamente R$5 mil nas pequenas empresas e R$6 mil nas empresas de grande porte. Já quando se alcança o auge da carreira, aproximadamente com quinze anos de atuação, os salários podem chegar até R$12 mil em pequenas empresas e até R$16 mil em grandes empresas.

Fonte: https://unitedstatisticians.com

Conheça a profissão: Profissional Liberal

27/05/2017

 

O conceito de profissão “liberal”

O termo não é bom, mas tem sido tradicionalmente utilizado. O senso comum indica que tais profissionais seriam aqueles que trabalham por conta própria, sendo patrões de si mesmo. Seriam médicos, advogados, engenheiros, etc. que teriam seus consultórios e escritórios próprios, não devendo “satisfação” a ninguém.

No entanto, há outra definição para profissional “liberal”, com a qual a CNPL está mais de acordo. Esta diz respeito àqueles profissionais, trabalhadores, que podem exercer com liberdade e autonomia a sua profissão, decorrente de formação técnica ou superior específica, legalmente reconhecida, formação essa advinda de estudos e de conhecimentos técnicos e científicos. O exercício de sua profissão pode ser dado com ou sem vínculo empregatício específico, mas sempre regulamentado por organismos fiscalizadores do exercício profissional. 

Nos tempos atuais, diminui cada vez mais aqueles que conseguem exercer de forma autônoma a sua profissão, sem vínculos empregatícios (não temos um estudo aprofundado sobre esse dado). O que se tem visto é uma crescente proletarização ou assalariamento desses profissionais. Não se têm estudos precisos, pesquisas que apontam qual ou quais profissões liberais ainda resistem ao assalariamento. No entanto, sabe-se que as categorias dos dentistas, corretores de imóveis, contadores, advogados e médicos, provavelmente nessa ordem inclusive, seriam as que ainda teriam uma substancial parcela de seus profissionais, ainda exercendo suas atividades como liberais e autônomos, ou trabalhadores de si próprio. Mas mesmo os médicos, advogados e dentistas – nessa ordem – que ainda mantêm seus consultórios e escritórios, mantêm também pelo menos um (ou às vezes mais de um) vínculo empregatício.

Alguns definem ainda profissão “liberal” como aquelas de nível superior ou médio, cujo exercício é regulamentado por lei específica, que encerra certo prestígio social ou intelectual e é caracterizada especificamente pela inexistência de qualquer vinculação hierárquica e pelo exercício predominantemente técnico dos conhecimentos adquiridos pelos profissionais. É uma definição “romântica”, por assim dizer, pois mesmo aqueles que trabalham por conta própria, sem vínculos empregatícios, o fazem para alguém, que compra os seus serviços, detendo sempre um poder sobre o profissional que vendem tais serviços técnicos. 

Os estatutos da CNPL, em seu artigo 1º, parágrafo único, assim define o profissional liberal: “é aquele legalmente habilitado a prestação de serviços de natureza técnico-científica de cunho profissional com a liberdade de execução que lhe é assegurada pelos princípios normativos de sua profissão, independentemente de vínculo da prestação de serviço”. 

É certo que a origem dos primeiros cursos superiores no país data do século XIX. É muito tardio, se compararmos com as Universidades europeias do século XIV ou ainda da Universidade Islâmica do Cairo – Al Azhar, do século XI. Com a vinda da família real ao país em 1808, Dom João VI, então rei de Portugal, estabelece na Bahia o curso de Medicina, organizando posteriormente o de engenharia (politécnico) e, depois da independência em 1822, os de direito (em Olinda e São Paulo). 

No entanto, a organização sindical propriamente dita, tanto dos trabalhadores em geral, quanto dos que tinham cursos superiores – ao qual denominou-se chamar de profissionais liberais (conceito que veremos posteriormente), só vai ocorrer a partir do início do século XX, com o movimento operário se organizando, primeiro sob influência dos anarquistas, posteriormente dos comunistas. 

A estrutura sindical brasileira 

A atual estrutura sindical brasileira, oficial, formal e regulamentada, completou em maio de 2003, 60 anos. Isso porque o presidente Getúlio Vargas, em 1º de maio de 1943, assina a Consolidação das Leis do Trabalho, mais conhecida como CLT, uma espécie de código do trabalho, com mais de 900 artigos. Esse conjunto de normas previa direitos e deveres nas relações do trabalho, tanto para trabalhadores como para empregadores, mas ditava também as normas e regras da organização sindical no país. É claro que os primeiros sindicatos, formalizados pelo Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, vêm até mesmo antes de 1930, mas é a partir da CLT é que eles ganham o status oficial como representantes dos segmentos de trabalhadores, podendo assinar contratos coletivos de trabalhos, acordos, dissídios etc. 

Basicamente, dois tipos de sindicatos passam a se organizar no país. Os de ramos de atividade (categoria econômica, como metalúrgicos, construção civil, por exemplo) e os sindicatos de profissão (categoria diferenciada, como professores, profissionais liberais, marítimos etc.). Neste segundo caso, encontra-se a forma de organização sindical que aqui se trataremos que constituem a base da Confederação Nacional das Profissões Liberais – CNPL. 

Tais sindicatos poderiam ser constituídos, seguidos trâmites rígidos e amplamente restritivos das liberdades sindicais – o país vivia nessa época em plena ditadura Vargas – a partir de profissionais integrantes das chamadas categorias “diferenciadas” ou “regulamentadas” por lei específica ou estatuto profissional. Em outras palavras, para seu exercício, dependiam de diploma universitário ou de formação técnica específica. 

Tais trabalhadores integravam, na prática, as bases dos chamados sindicatos majoritários, os de categoria econômica ou de ramo como se diz na atualidade. No entanto, pelas suas particularidades e especificidades, esses profissionais sempre se sentiram alijados nos acordos coletivos. Argumentava-se que os sindicatos majoritários não conseguiam responder a demandas e anseios desses profissionais, pois tinham que cuidar prioritariamente dos trabalhadores do ramo econômico. 

Exemplificando: um médico que trabalhasse em uma metalúrgica, era considerado metalúrgico e poderia se associar ao sindicato dos metalúrgicos. No entanto, esse sindicato não poderia responder a demandas específicas, profissionais, de formação dos médicos. Surgem assim, desde a década de 1920, os primeiros sindicatos de profissionais liberais no Brasil. Muitas dessas entidades vão completar 80 anos ou algo próximo a isso. Os sindicatos de profissionais mais antigos que se conhece no país são os de engenheiros, de médicos, de corretores de imóveis e de contabilistas, alguns da década de 1910, como os contabilistas de São Paulo. 

A presente forma de organização profissional do sindicalismo de profissão no Brasil ainda que inédita na maioria dos países do mundo, não é única. Na Europa, países como a Alemanha, Espanha e Bélgica adotam modelos semelhantes, igualmente como os africanos da Costa do Marfim e de Togo e países árabes como a Tunísia e o Líbano. 

Regulamentação profissional 

No Brasil, existem conquistas antigas, obtidas com muitas lutas, que são as regulamentações de profissões. Também aqui, algumas delas já ultrapassam a mais de oito décadas de existência, de forma que tais normas e leis estabelecem, entre tantas outras coisas, os pisos salariais profissionais, jornadas de trabalho, códigos de ética, condições para o exercício profissional, órgão fiscalizador da profissão (conselhos) etc. 

No entanto, existem muitas dessas profissões regulamentadas no país, que para o seu exercício, não é exigida nem formação universitária e nem mesmo técnica. São elas: Autores Teatrais, Compositores Musicais e Escritores. Outras exigem pelo menos o nível técnico, entre elas os Protéticos Dentários, Secretárias Executivas, Técnicos Agrícolas, Técnicos Industriais e Corretores de Imóveis entre outras. 

Texto editado de um trabalho originalmente apresentado junto ao IV Congresso Mundial das Profissões Liberais, organizado pela UMPL - União Mundial das Profissões Liberais e realizado nos dias 14 e 15 de novembro de 2002, em Paris, França, no Centre du Conference da Organization Internacional du Epizotie, cujo tema central foi "Statut liberal et profession libérale". 

 Prof. Lejeune Mato Grosso Xavier de Carvalho 

Sociólogo e professor da Universidade Metodista de Piracicaba - Unimep. Leciona Sociologia e Ciência Política. Pós-Graduado em Filosofia (PUCC) e Política Internacional (FESP), Vice-Presidente da CNPL. É 1º Secretário da FNSB e vice-presidente do Sinsesp. 

Carlos Alberto Schmitt de Azevedo 

Corretor de Imóveis e Administrador, e à época de apresentação do trabalho Presidente da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis - Fenaci e Vice-Presidente da CNPL e Presidente do Sindimóveis/RS. 

Fonte: http://www.cnpl.org.br

Conheça a profissão: Revendedor Lotérico

26/05/2017

Ser um revendedor lotérico é antes de qualquer coisa, ser um empreendedor de pequeno porte, já que para conseguir ser um é necessário abrir uma casa lotérica, dando início ao que se entende por ter um negócio próprio.

 Um revendedor lotérico precisa ter uma autorização formal da Caixa Econômica Federal, que só poderá ser conquistada por meio de um processo licitatório, que visa entender se o interessado de fato atendeu a todos os requisitos exigidos no edital de abertura.

Depois disto, o revendedor lotérico irá passar por uma avaliação mais criteriosa feita pela Caixa, especialmente no que tange ao ponto escolhido para abrir a casa lotérica, e muitos outros fatores.

 O Mercado

Apesar de haver uma casa lotérica presente em praticamente todos os bairros das grandes cidades brasileiras, o fato é que sempre há precedente para que mais casas destas sejam abertas.

Em resumo, sempre há demanda, especialmente porque as pessoas costumam usá-las não apenas para fazer jogos de loteria, mas também para pagar contas e para carregar celulares pré-pagos e bilhetes de transporte público.

Com isto, em praticamente todos os bairros há um potencial muito bom para a abertura de uma casa lotérica.

Remuneração

Apesar dos investimentos iniciais, o fato é que a Caixa acaba dando muito suporte para o revendedor lotérico, fazendo com que as coisas se ajeitem rapidamente e que o negócio comece a andar mais rapidamente.

Por isso mesmo, é fundamental que o revendedor lotérico tenha em mente que depois dos investimentos iniciais, os lucros passam a ser praticamente certos, e quando eles começam a chegar, o negócio passa a ser dos mais rentáveis.

Então, um revendedor lotérico consegue ganhar de lucro líquido, por mês, algo em torno de 8 a 15 mil reais, dependendo da localização do estabelecimento, portanto, esta profissão pode ser uma excelente oportunidade para quem procura pela chance de começar seu negócio próprio.

Fonte: www.colegioweb.com.br