Dicas e Cursos
  • Como a maternidade me fez uma profissional melhor

    28/03/2015

    Sabiam que mulheres mães, comprovadamente perdem menos tempo no trabalho? Não fazem “hora”, são mais objetivas porque precisam acabar os seus afazeres profissionais e imediatamente querem ir para junto das suas crias, e vão abundantes de amor e vontade de educar. Somos incansáveis nesta missão de educar e sabemos que a educação é a saída para um mundo melhor. 

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  • O que há de errado com o seu Curriculum Vitae?

    28/03/2015

    Você tem 30 segundos para impressionar o recrutador, ou adeus vaga… Se você quer ter alguma chance durante todo processo de seleção, você precisa ter um Curriculum Vitae (CV) matador, capaz de impressionar seu recrutador(a), e então conseguir a tão sonhada entrevista.

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  • Sete erros que estão sabotando seu networking

    28/03/2015

    Fazer networking do jeito certo é tão difícil que aqueles que conseguem dominar essa “arte” se tornam mitos.

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  • CURSO - Ciclo PDCA

    28/03/2015

    Neste curso on-line gratuito será apresentado o ciclo PDCA como uma ferramenta de melhoria contínua. O curso conta com definição e explicação de cada fase do ciclo, além das ferramentas de qualidade: gráfico de pareto, diagrama de Ishikawa, 5W2H e lista de verificação.

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  • Bom Humor no Trabalho

    28/03/2015

    Quem suporta trabalhar em um ambiente, onde as pessoas vivem de mau humor, entediadas e sem motivação? Na busca por ambientes de trabalho mais harmônicos, as empresas estão, cada vez mais, procurando contratar profissionais capacitados e de bem com a vida.

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  • Criatividade é fundamental na sua busca a uma vaga de emprego

    28/03/2015

    Com o mercado de trabalho atual cada vez mais disputado e feroz, fica cada vez mais difícil se destacar e se sair bem na busca por um emprego. Nessas horas, a criatividade é primordial para conseguir mostrar suas capacidades e habilidades e não ser apenas “mais um” no concorridíssimo mercado de trabalho brasileiro.

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  • Falta de autonomia desmotiva jovens profissionais, diz estudo

    28/03/2015

    A ausência de liberdade para executar tarefas é a principal queixa de estagiários e trainees no ambiente de trabalho. É o que revela estudo realizado pela Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel, dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees. De acordo com o levantamento, 35% dos jovens informaram que a falta de autonomia é o item que mais o desmotiva no emprego.

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  • CURSO - Entrevista: Como encará-la!

    28/03/2015

    Você está à procura de uma oportunidade no mercado de trabalho? Quer um estágio? Pretende mudar de emprego? Deseja ampliar os seus conhecimentos? Independente de qual for o seu caso é sempre muito bom estar preparado para encarar uma entrevista de emprego.

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  • Conheça as técnicas de mentoring e coaching

    28/03/2015

    Os caminhos para o sucesso são tortuosos, mas ficam mais fáceis de ser vencidos quando se conta com auxílio. Na busca pela ascensão profissional, mentores e treinadores podem ajudar a chegar lá. As metodologias de mentoring e coaching são bastante parecidas, têm os mesmos objetivos, mas as finalidades são distintas.

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  • Especialista ensina como pedir promoção para cada tipo de chefe

    28/03/2015

    Você acha que merece ser promovido e soube que há na empresa uma vaga aparentemente perfeita para o que você imagina. Claro que você espera que seu chefe cuide disso, fazendo a promoção ou, se a decisão não for dele, pelo menos recomendando o seu nome para o posto. Pois é, seria ótimo se a situação se desenrolasse assim, mas, na maior parte dos casos, é preciso que você estabeleça uma conversa franca com o gestor para convencê-lo do seu merecimento. 

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  • Os 10 erros nas redes sociais que podem custar seu futuro emprego

    28/03/2015

    Você está procurando emprego? E enquanto faz isto, fica postando em redes sociais? Muito cuidado: uma coisa pode atrapalhar a outra. As redes sociais tem sido usadas para obter percepções sobre quem você é fora da sala de entrevistas, e dependendo do tipo de postagem que você faz, isto pode significar sua exclusão do processo seletivo.

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  • CURSO - Postura e Imagem Profissional

    28/03/2015

    Em todos os lugares pelos quais você anda, ao cruzar com as pessoas, é praticamente inevitável imaginar quem são e como elas são, não é mesmo? Do mesmo modo, sua imagem também é constantemente analisada por outras pessoas, especialmente em situações de trabalho e de seleção, em que há profissionais especializados realizando tal tarefa.

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  • Será que é realmente bom trabalhar no Facebook?

    28/03/2015

    O que você acha: seria interessante trabalhar em uma empresa que possui inúmeros benefícios como alimentação gratuita a todo momento, café da manhã, almoço e janta, onde também existem estúdios musicais, salão de jogos, além de estagiários ganharem pelo menos U$ 25.000,00 ao ano (segundo o site Business Insider)? Com planos de saúde e odontológicos inclusos, além de que, para melhorar ainda mais a saúde, disposição e motivação do colaborador, a empresa reembolsa parte do valor da academia de esportes. E mais: auxílio babá e descontos em várias empresas de tecnologia. 

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  • Como lutar contra o hábito primitivo de procrastinar

    28/03/2015

    A ciência mostra que procrastinar faz parte da natureza humana. Mas há maneiras de lutar contra esse hábito primitivo e terminar o trabalho no prazo. Um estudo da Universidade do Colorado, em Boulder, nos Estados Unidos, publicado em fevereiro de 2014, mostrou pela primeira vez na história que o hábito de adiar pode ter um componente genético. A notícia trouxe algum conforto para procrastinadores compulsivos, que agora podem dividir com os pais a culpa pelo mau comportamento.

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  • O valor da terceira idade para a empresa

    28/03/2015

    Ao contrário do que muitos podem imaginar, quando a aposentadoria chega nem todos os profissionais estão dispostos a “pendurar as chuteiras” e trocar suas atividades por um par de confortáveis chinelos e tampouco passar horas sentados em cadeiras de balanço. Muitos querem dedicar a nova fase de suas vidas a novas atividades, viagens ou simplesmente aproveitar cada momento de maneira intensa e única. Outros preferem continuar com a carreira, uma vez que possuem disposição e têm muito potencial para agregar valor às empresas.

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  • CURSO - Diminuindo o stress e aumentando a produtividade

    28/03/2015

      O estresse geralmente interfere em nossas ações e atitudes, não permitindo a clareza de pensamentos e planejamento. Este curso trabalha diretamente nas causas do estresse, ensina técnicas para combatê-lo e aumentar sua produtividade e capacidade de gestão e motivação.

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  • Dicas para jovens que estão começando no primeiro emprego

    28/03/2015

    Sair da faculdade e se jogar no mercado de trabalho não é fácil. Entrar no mercado de trabalho após terminar a faculdade não é uma tarefa fácil, mas uma situação bem intimidante. O jovem profissional pode até saber mais ou menos o que esperar, mas com certeza algumas coisas serão novidades.

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  • Ética, pré-requisito em todos os processos seletivos

    28/03/2015

    De parte a parte, talentos e empresas tem que selecionar um ao outro. Não é só a empresa que seleciona um talento para a oportunidade que possui, o talento também seleciona a oportunidade na qual quer imprimir todas as suas forças, dedicação, habilidades e algumas horas diárias de sua vida.

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  • Cinco dicas para se sair bem numa entrevista de emprego

    28/03/2015

    Algumas coisas são básicas e padrão em um processo seletivo. Esteja atento a estas cinco dicas e não perca sua oportunidade por errar nestes quesitos.

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  • CURSO - Conceitos básicos de gestão de projetos

    28/03/2015

    O objetivo é apresentar o aluno aos conceitos básicos do tema e apresentá-lo a métodos para gerir escopo, tempo, riscos e incertezas. Feito para a web, o curso é inspirado em aulas do departamento de engenharia de produção da Escola Politécnica da USP.

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Como a maternidade me fez uma profissional melhor

28/03/2015

Sabiam que mulheres mães, comprovadamente perdem menos tempo no trabalho? Não fazem “hora”, são mais objetivas porque precisam acabar os seus afazeres profissionais e imediatamente querem ir para junto das suas crias, e vão abundantes de amor e vontade de educar. Somos incansáveis nesta missão de educar e sabemos que a educação é a saída para um mundo melhor. 

 

Olá,

Antes de escrever qualquer palavra, preciso dizer sobre a honra de estar aqui no Portal OEmprego, de poder comunicar-me com vocês e assim aprender mais e mais.

Para nos conhecermos melhor, começo dizendo que o mês de março é bastante importante para mim, não só pelo meu aniversário, dia 30, mas muito pelo dia (mês) internacional das mulheres.

Aos 45 anos adotei uma criança de 8 anos.

Não quis passar pela vida sem ter este vínculo e afirmo: - Cresço todos os dias. Hoje meu filho está com quase 20 anos e eu sei que nenhuma faculdade, ou mba, poderiam me ensinar tanto. Noites acordadas só para vê-lo dormindo, ou acordar para cobri-lo, e, acreditem, senti, muitas vezes, o amor transbordando no passar uma roupa que ele gosta, guardar seus brinquedos, acompanhar suas primeiras experiências com grupo de amigos, aventuras sexuais, e aventuras, muitas aventuras.  

Entendo hoje, um pouco mais, como minha mãe conseguiu estar sempre ao meu lado!

Não há cansaço que supere este amor e, profissionalmente, também expandi, uma vez que este amor passou a acompanhar todos os meus passos, pensamentos e relacionamentos.

Depois de experimentar este amor, não dá para voltar a ser mesma. A maternidade abre novos espaços e requer novas rotinas, planejamento, organização, verdades!

Tenho cá comigo algumas questões, como por exemplo: - Porque não temos um dia internacional dos homens? Somos complementares, não é mesmo?

Com o passar dos anos fui me questionando sobre este dia e fui juntando informações, vivendo a vida de mulher integralmente e posso dizer: - Assim como o dia do amigo deveria ser todos os dias, o da mulher também.

Vou escrever sobre mulher sem deixar de considerar os homens.

Quero falar sobre a mulher e a maternidade.  

Nada novo a não ser a insistência e incentivo às mães e aos executivos no que concerne à contratação de mães.

Há anos fui convidada para dar uma palestra no CONARH, um dos maiores eventos de RH no Brasil e segundo na América Latina. Escolhi o titulo “Como ser mulher te melhora profissionalmente” e defendi que é bom para as empresas terem mulheres mães trabalhando nelas.

Para me preparar para esta palestra, fiz uma pesquisa com 400 mães e comprovei:

-  Ser mãe e ser profissional e ser mulher é totalmente possível, uma vez que a maternidade amplia seu potencial, somando ao 6o. sentido, a intuição e, acreditem, os resultados relatados obtidos são sempre muito bons.

-  Mulher mãe é mais organizada, mais rápida, mais ligada a valores bons do caráter, afinal, quando se é mãe, maior é o compromisso com o “ser exemplo”.

Sabiam que mulheres mães, comprovadamente perdem menos tempo no trabalho?  Não fazem “hora”, são mais objetivas porque precisam acabar os seus afazeres profissionais e imediatamente querem ir para junto das suas crias, e vão abundantes de amor e vontade de educar.  Somos incansáveis nesta missão de educar e sabemos que a educação é a saída para um mundo melhor.

Não perco a ocasião para dizer: Experimente ser mãe, também adotivas, porque sou prova viva de que o amor vem da entrega, do companheirismo, da vontade de reunir mais e mais condições para todos serem mais felizes, a ter a técnica do diálogo mais vezes aplicada no dia-a-dia.

Não fico quieta. Sempre digo: Corram atrás dos seus sonhos e não se preocuparem no sentido de ser mãe e construir a carreira profissional paralelamente.

É bem possível. Não se intimidem! Vamos usufruir do que as mulheres antes de nós conquistaram, desde o poder de votar, até a ocupação de cargos importantes nas empresas. E a luta tem que continuar. Ainda temos que ganhar o mesmo que os homens e há muito a se conquistar na dimensão do respeito. Nós mulheres sabemos disto muito bem e os homens estão se sensibilizando cada vez mais para o tema, estão aprendendo também. A paternidade cada dia ganha mais espaço no coração dos homens, que sabem, o filho é dos dois!

Acredito na evolução deste relacionamento.

Faço das palavras da Vanusa Costa, da INOVA Seminários, as minhas: “Incentivo vocês a apoiarem outras mulheres, pais, tios, avôs e cuidadores que fazem as necessárias redes de apoio, que nos auxiliam a criarmos pessoas bacanas para este mundo.

Agora é a vez de você se apresentarem, me contando: como ser mãe te melhorou profissionalmente? Aguardo sua cartinha no e-mail isabel@satoria.com.br.

Agora que inauguro minha coluna, estarei com vocês para o que der e vier. Um grande abraço e contem sempre comigo.

 

 

Isabel Arias é psicóloga formada pela USP, cursou Planejamento Estratégico (USP), Gestão de Pessoas (FGV) e Motivação Empresarial em Harvard, onde ganhou o prêmio "The Emanuel and Lilly Shinagel Prize”, em 1999. Sólida carreira em RH, trabalhando em empresas como Banco Safra, Sabesp, Price, City, Newcomm. Atuou como conselheira de Roberto Justus no programa "O Aprendiz" nas temporadas 2004/2005. Atualmente é professora de Cultura da Inovação (ESPM) e proprietária da Satôria Consultoria.

O que há de errado com o seu Curriculum Vitae?

28/03/2015

Você tem 30 segundos para impressionar o recrutador, ou adeus vaga…

Se você quer ter alguma chance durante todo processo de seleção, você precisa ter um Curriculum Vitae (CV) matador, capaz de impressionar seu recrutador(a), e então conseguir a tão sonhada entrevista.

 

Acreditamos que ninguém deseja receber um telegrama ou email de “agradecimento”, com um texto curto nada agradável informando que “Nessa ocasião” seu CV não foi selecionado.

Depois de uma experiência desse tipo é natural que a autoestima do candidato esteja um pouco abalada. Mas, antes de clicar no botão de “Enviar Agora”, ou selar o envelope para outra tentativa, pare um pouco. É tempo de dar uma olhada no tipo de CV que você está enviando para seus eventuais empregadores.

A maioria dos CVs são criados pelos “Caçadores de Empregos” usando um velho formato já conhecido, um LayOut padrão que existe no Microsoft Word ou outros editores de texto disponíveis no mercado.

Não há nada de errado nisso, exceto pelo fato de que os empregadores já viram milhares de CVs com essa cara, que deixam a desejar quando o assunto é “chamar a atenção”.

É isso mesmo, um CV deve conter os elementos capazes de capturar a atenção do recrutador imediatamente, exatamente no momento em que ele faz uma primeira varredura superficial, quando irá dedicar entre 20 ou 30 segundos do seu tempo, em busca daqueles que pretende examinar mais a fundo. Sim, ele não examina a todos, isso não seria possível num mundo onde o tempo se torna coisa valiosa e escassa.

Assim, primeiro ele olha os cabeçalhos da primeira página, em busca de informações que se encaixem no perfil do candidato que pretende contratar. Aqueles que chamam sua atenção serão selecionados para uma análise, os demais descartados, ou deixados de lado.

E, se você ainda insiste em enviar o mesmo CV para cada vaga à qual se candidata, e ainda continua se perguntando porque não te responderam, então é tempo de mudar, com urgência, as regras do jogo.

Por isso mesmo, você precisa ser mais criativo na elaboração e Design do CV. Não se trata de criar coisas complicadas, com gráficos sofisticados, papéis coloridos, e aparência capaz de tirar a atenção do recrutador para o que realmente interessa, ou seja, um conteúdo simples e objetivo que seja capaz de mostrar suas qualificações.

Além disso, estamos falando do tempo necessário para “moldar” o CV de acordo com as características da vaga à qual você está se candidatando, para que aumentem suas chances de conseguir uma entrevista.

Lembre-se, caso ainda não saiba, mas, os recrutadores dedicam só cerca de 20 segundos numa primeira análise visual de cada CV, quando decidirão se irão selecioná-lo ou não. Nesse curto período de tempo, o CV deve ser atraente o suficiente para lhe chamar a atenção, daí a importância de ser claro, de fácil leitura, com as informações essenciais, aquelas que o qualificam como apto ou não ao cargo, bem à vista.

Vamos então ao que interessa. Os seguintes tópicos devem fazer parte do CV, que deve ser adaptado de acordo com a função que deseja ocupar.

Qualificações Pessoais:

Bom, fica entendido que você já leu os pré-requisitos anunciados para o cargo ao qual está se candidatando, e está ciente a respeito do perfil e das qualificações que o recrutador está procurando.

Acrescente os pontos de sua qualificação que considera relevantes e diferenciados, claro, relacionados ao cargo pretendido, e em um curto parágrafo, informe seu objetivo, o que espera da vaga para qual está se habilitando, e tarefas ou projetos importantes que já tenha realizado profissionalmente até o presente momento, tudo aquilo que o tornam apto a ocupar aquele posto de trabalho.

O mercado procura profissionais que já estejam no ritmo, por isso, realizações mais recentes devem ser mais valorizadas. Lembre-se, cada mês que você permanece desempregado, na cabeça do recrutador, você vale cada vez menos.

Histórico Profissional:

Embora você não seja capaz de mudar a natureza das atividades profissionais que já exerceu no passado, você pode alterar suas funções e responsabilidades do passado, sem inventar novas funções e responsabilidades.

Por exemplo, se você está se candidatando a um cargo de Administrador ou Gerência, mas nunca exerceu tais funções, enfatize que o exercício de sua ocupação anterior, exigia grande responsabilidade, tomada de decisões e deveres, tais como, a delegação de tarefas, condução de reuniões, treinamento de funcionários, etc.

Passatempos e Interesses Pessoais:

Como muitos anúncios de empregos agora descrevem algumas características de personalidade que são requeridas à ocupação do cargo, você deve identificar quais são elas e como seus Hobbies podem se encaixar dentro desse perfil.

Se você é canditado a uma vaga para gerenciamento de pessoas, por exemplo, o fato de você ter sido capitão de sua equipe de futebol e ter organizado e conduzido os treinos do grupo, demonstra sua capacidade de liderança e habilidade organizacional.

Ou se você está de olho numa vaga de Designer, dê um jeito de informar que está atualizado sobre o assunto. Faça referências às exibições artísticas onde esteve presente, ou envolvido ativamente, e quais são os Designers cujo trabalho acompanha com maior acuidade.

Observações Finais que você deve levar em Consideração:

Se deseja posicionar-se como um forte candidato à vaga, vale a pena fazer seu dever de casa a respeito da empresa onde quer ingressar. O próprio anúncio já pode lhe dar alguma ideia sobre a filosofia da empresa e outras políticas internas.

Alternativamente, você pode encontrar valiosas informações no site da mesma, o que o ajudará a entender o que eles estão procurando ou esperam de um funcionário, e tudo isso o ajudará a “moldar” o CV segundo esse perfil.

Lembre-se que seu CV não é um testamento, deve ter um máximo de duas páginas, ou em raras exceções, três.

Tente mantê-lo com apenas uma página e uma outra folha só para as referências. Empregadores não estão dispostos a dar atenção a CVs volumosos, pior ainda, eles provavelmente o deixarão de lado, isso quando não jogam no lixo.

E, assegure-se de que o Layout do CV é o mesmo em todo impresso, e também evite abarrotá-lo de informações nessas duas páginas. Evite molduras nas páginas, assim como aquele festival de realces e negritos espalhados ao longo do texto.

Empregadores não querem – nem têm tempo – para forçar a vista lendo detalhes apenas porque o tamanho da fonte escolhida é pequeno demais, para caber mais informações. É provável que o descartem na hora.

Finalmente, o CV é um documento que tem começo, meio e fim, assim você precisa seguir uma ordem, estruturação lógica, e manter o mesmo padrão ao longo do seu escopo. Fique de olho nos detalhes do CV, às vezes, são eles que levam pro brejo suas aspirações.

Se está confuso, se o texto está grande demais ou pequeno, se a aparência está inconsistente com o cargo, suas chances de conseguir a sonhada entrevista ficará cada vez mais distante.

Pense da seguinte forma: Afinal de contas, se você não consegue manter sua casa em ordem, por que o empregador vai acreditar que cuidará bem da dele?

Fonte: mundosimples

Sete erros que estão sabotando seu networking

28/03/2015

Fazer networking do jeito certo é tão difícil que aqueles que conseguem dominar essa “arte” se tornam mitos.

 

É o caso do empresário norte-americano Richard Stromback, que ganhou fama de “Sr. Davos” pelo seu impressionante trânsito entre as figuras mais importantes do Fórum Econômico Mundial, evento anual que ocorre em Davos, na Suíça.

Richard tem histórias lendárias em seu currículo. Quando um príncipe do Oriente Médio foi conhecer um poderoso CEO dos Estados Unidos, ele pediu sua ajuda para facilitar o encontro, e até o Vaticano já recorreu ao empresário para negociar um acordo de paz, segundo o site Harvard Business Review.

Mas por que Stromback está sempre no centro das atenções? O segredo pode estar na sua capacidade de conectar pessoas, segundo sugere Maurício Cardoso, co-fundador do Clube do Networking.

“Ter um bom networking não é conhecer muita gente. É conhecer uma pessoa com um problema e uma pessoa com a solução, e fazer a ponte entre elas”, afirma ele. 

A consultora empresarial Surama Jurdi explica que bons networkers, como Stromback, sabem ser facilitadores. “Eles conseguem servir ao outro, ajudá-lo, e assim ganham fãs no futuro”, afirma ela.

O problema é que muita gente esquece que o ingrediente para o sucesso dos relacionamentos profissionais é ser útil para os demais. "Quem tem um networking ineficiente normalmente subestima a importância da troca”, diz Cardoso.

Com a ajuda dos dois especialistas, EXAME.com reuniu alguns erros frequentes que decretam o fracasso do seu networking. Veja a seguir:

1. Abordar alguém de forma “crua” 

Se você quer se aproximar de alguém, a forma ideal é ser apresentado. “Se você só manda um email ou faz uma ligação 'fria', fica parecendo telemarketing”, diz o sócio do Clube do Networking. “Não adianta insistir. As pessoas estão cansadas de serem alvo de conversas interesseiras”.

2. Não oferecer nada em troca

Não é errado se aproximar de alguém com um interesse, segundo Cardoso. Só não vale contar isso como networking se o benefício só existe para uma das partes. “Quando não há troca, dificilmente o contato leva a alguma coisa”, afirma ele. É o erro mais clássico do networking: procurar outro profissional só quando você está precisando.

3. Bajular

Tentar ganhar a simpatia do outro com elogios exagerados é uma péssima ideia, de acordo com Surama. “Autenticidade é fundamental para criar uma conexão real com o outro”, diz a consultora. Cumprimentar uma pessoa não é um problema, mas é bom moderar o tom e ser sincero.

4. Parar no primeiro contato

Cardoso critica a noção de que networking é um “evento”, um encontro pontual que acontece numa tarde, por exemplo. “Na verdade é um processo, algo que demanda um esforço a longo prazo para garantir a continuidade do relacionamento”, afirma.

5. Não sair da frente do computador

Usar o email e as redes sociais para conversar com outros profissionais é um ótimo hábito, desde que não substitua o contato presencial. “Para fazer networking, o olho no olho é fundamental”, diz Cardoso. “Sem isso, fica muito difícil criar confiança”.

6. Ser impessoal demais

Não é porque o objetivo da aproximação é profissional que você não pode - ou não deve - buscar uma conexão pessoal com o outro. Na verdade, encontrar uma identificação subjetiva é essencial para que o networking dê certo. “Afinidades garantem que o outro se lembre de você”, diz Surama.

7. Falar só sobre você 

É natural tentar exibir as suas qualidades num encontro profissional. Mas é importante tomar cuidado para não transformar a conversa. num monólogo. “Você pode falar sobre si mesmo, mas também é importante perguntar, ouvir, demonstrar interesse pelos projetos, experiências e gostos da outra pessoa", explica Cardoso.

Fonte: exame.abril

CURSO - Ciclo PDCA

28/03/2015

Neste curso on-line gratuito será apresentado o ciclo PDCA como uma ferramenta de melhoria contínua. O curso conta com definição e explicação de cada fase do ciclo, além das ferramentas de qualidade: gráfico de pareto, diagrama de Ishikawa, 5W2H e lista de verificação.

 

Instituição: Hospital Albert Einstein

Área de Conhecimento: Curso de aperfeiçoamento/comportamental

Carga horária: 20min

Links para as aulas

Bom Humor no Trabalho

28/03/2015

Quem suporta trabalhar em um ambiente, onde as pessoas vivem de mau humor, entediadas e sem motivação? Na busca por ambientes de trabalho mais harmônicos, as empresas estão, cada vez mais, procurando contratar profissionais capacitados e de bem com a vida.

 

É cientificamente comprovado que o bom humor pode trazer inúmeros benefícios para nossas relações de trabalho e familiares, pois, diminui a fadiga, une a equipe, aumenta a produtividade e abranda o estresse. Estimula a produção das substâncias responsáveis pela sensação de prazer, além disso, ainda propicia maior fluência de ideias e decisões mais criativas e nos dá mais disposição para encarar os desafios diários.

Na rotina diária das pessoas, é difícil manter o bom humor, já que existe a necessidade de ter que enfrentar o trânsito para fazer visitas, participar de reuniões desgastantes, ter que mostrar resultados positivos devido a grande concorrência do mercado e muito mais fatores estressantes que tiram o bom humor das pessoas, tornando-se cada vez mais necessário, manter o autocontrole emocional e melhorar sua autoestima para obter bons resultados e aperfeiçoar seu desempenho profissional.

Lidere com Harmonia

Os líderes que possuem bom humor, conseguem manter um ambiente descontraído e assim se fortalecem perante sua equipe e exercem uma liderança mais eficaz, além disso, o bom humor pode ser usado para resolver e diminuir conflitos existentes no ambiente de trabalho, além de motivar os funcionários. 

Quando se passa uma mensagem com humor, ela é recebida mais amistosamente, e tem o poder de desviar a atenção do conflito e mudar a maneira como ele é interpretado. Porém, é preciso saber dosar o uso das brincadeiras, e existem momentos em que o humor deve ser deixado de lado e usar a seriedade.

Muitas vezes desistimos de nossos objetivos por considerarmos só as dificuldades encontradas, mas se olharmos com bons olhos e positivamente, o que parece ser algo muito difícil pode ser tido como um novo desafio e quando finalizado só nos trará prazer por termos superado as dificuldades encontradas. Por vezes, um comentário inteligente, assim como uma boa piada caem como uma luva, no momento certo. Precisamos, no entanto, ter alguns cuidados para saber exatamente que momentos são esses, especialmente no ambiente de trabalho, esse cuidado deve ser redobrado.

É preciso ter cuidado para não nos tornarmos pessoas chatas ao invés de bem humorada, e não confundir bom humor com falta de bom senso. Temos que saber quando e com quem brincar, analisar se o conteúdo da brincadeira não é algo preconceituoso, e se as piadas não envolvem opções sexuais, doenças, mulheres, negros, religiões ou diferenças culturais, por ser de péssimo gosto. Assim sendo, encare a vida com bom humor. Desta forma você só tem a ganhar e como diria Charles Chaplin: “Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante. Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental.”

fonte: carreiras.empregos

Criatividade é fundamental na sua busca a uma vaga de emprego

28/03/2015

Com o mercado de trabalho atual cada vez mais disputado e feroz, fica cada vez mais difícil se destacar e se sair bem na busca por um emprego. Nessas horas, a criatividade é primordial para conseguir mostrar suas capacidades e habilidades e não ser apenas “mais um” no concorridíssimo mercado de trabalho brasileiro.

 

A tecnologia e a internet possuem ferramentas poderosas para ajudar os candidatos a uma vaga de emprego a se destacarem. Uma boa ideia é incluir seu nome, contatos e habilidades em sites de currículos como o Software Currículo. Outro exemplo a ser citado é o de Alec Brownstein, que almejava um emprego em Marketing e Propaganda, assim, criou sites que apareciam como primeiro resultado nos anúncios do Google, quando os diretores-executivos mais famosos de Nova Iorque procuravam o próprio nome no site de busca. Ele conseguiu diversas entrevistas e acabou sendo contratado.

Outra dica que funciona é mostrar, de forma objetiva o que você sabe fazer. Prepare um dossiê ou um portfólio com o que você já realizou ou o que você tem habilidade na área – caso ainda não tenha passado por nenhum emprego, como exemplos de orçamentos de departamento, de propagandas de mala direta, de catálogos de produtos, gráficos de desempenho, organogramas, cartas de recomendação, amostras de programas de treinamento feitos por você, entre outros itens. Eles ajudam a causar uma boa impressão e mostram que você está disposto. Outra dica é fazer com que o seu currículo sempre seja conciso, porém original e atraente, nunca use um modelo simples e pronto.

Procure por empregos em organizações com que você se identifique – quando o candidato compartilha dos valores e da cultura de um local de trabalho, suas chances aumentam, pois a empresa valoriza os funcionários que desejam se envolver no sonho, na missão, nas ideias da organização. 

Por fim, invista em você, em cursos e palestras diferentes, que possam ser incluídos no seu currículo e que tenham aplicabilidade na vida profissional – às vezes, uma habilidade ou conhecimento incomum – tal como saber um idioma não muito usual – pode fazer a diferença e destacar um candidato em relação aos outros.

Fonte: Blog do emprego

 

Falta de autonomia desmotiva jovens profissionais, diz estudo

28/03/2015

A ausência de liberdade para executar tarefas é a principal queixa de estagiários e trainees no ambiente de trabalho. É o que revela estudo realizado pela Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel, dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees. De acordo com o levantamento, 35% dos jovens informaram que a falta de autonomia é o item que mais o desmotiva no emprego.

 

Segundo Manoela Costa, gerente da Page Talent no Brasil, os profissionais em início de carreira têm o sonho de começar no ambiente corporativo já ocupando posições estratégicas. “Eles querem ter a liberdade de executar o próprio trabalho, mas ao mesmo tempo, sentem que precisam de supervisão e acompanhamento – e se sentem inseguros ao executar as atividades a sós”.

Para 34% dos jovens, ser alocado em uma área pela qual não tem interesse, mesmo que por tempo determinado, foi o segundo item de maior desmotivação. Por último (31%), ideias desenvolvidas por outras pessoas, a mando do seu chefe, foi o item que menos incomodou estagiários e trainees.

Para que não haja um conflito entre os interesses desses jovens que acabaram de entrar no mercado de trabalho e o que realmente conseguem executar, Manoela Costa recomenda algumas dicas para que os estagiários possam se manter motivados no trabalho e mostrar que realmente estão preparados para o desafio: 

Venda suas ideias – Quando trouxer uma ideia, sempre a traga com embasamento. Pensou? Precisa conseguir executar. Para isso, traga detalhes sobre como, quando, com que ferramentas e recursos você conseguiria colocar essa ideia em prática. Com isso você consegue estar mais próximo da execução do seu projeto.

Mostre-se interessado pela área em que desejar atuar – Deixe claro porque uma área é melhor para você do que outra. Tente provar que seu conhecimento se assemelha às necessidades dessa área, busque informação, se mantenha atualizado e, sempre que possível, distribua informações relevantes sobre o mercado específico que mais te interessa. Com informação, é mais provável que seus superiores acabem concordando com você.

Seja proativo – As duas dicas acima ajudam muito para que você consiga adquirir autonomia, aos poucos. Mas, além disso, é importante que você se antecipe as problemas e busque as melhores formas de solucioná-los antes que seu superior exija isso de você. Ser proativo e saber reconhecer o que merece maior ou menor atenção dá ao seu gestor mais confiança para que você possa começar a tocar seus projetos sem supervisão.

Fonte: Terra.com

CURSO - Entrevista: Como encará-la!

28/03/2015

Você está à procura de uma oportunidade no mercado de trabalho? Quer um estágio? Pretende mudar de emprego? Deseja ampliar os seus conhecimentos? Independente de qual for o seu caso é sempre muito bom estar preparado para encarar uma entrevista de emprego.

 

Assim como o mercado de trabalho muda, de tempos em tempos, também é necessário mudar a maneira de apresentar-se profissionalmente!

Neste curso, vamos mostrar o que há de mais moderno nos diferentes tipos de entrevistas utilizadas pelas empresas e como podemos tirar o máximo proveito dessa etapa do processo seletivo, afinal, se a primeira impressão é a que fica, que ela seja muito positiva!

Instituição: Fundação Bradesco

Área de Conhecimento: Curso de aperfeiçoamento/comportamental

Carga horária: 15h

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Conheça as técnicas de mentoring e coaching

28/03/2015

Os caminhos para o sucesso são tortuosos, mas ficam mais fáceis de ser vencidos quando se conta com auxílio. Na busca pela ascensão profissional, mentores e treinadores podem ajudar a chegar lá. As metodologias de mentoring e coaching são bastante parecidas, têm os mesmos objetivos, mas as finalidades são distintas.

 

No mentoring, há um guia que serve de referência, aconselha e passa seu know-how ao menos experiente. No caso do coaching, um orientador incentiva a fazer reflexões sobre os objetivos e a traçar planos de ação para atingi-los.

Tanto a prática de coaching quanto a de mentoring podem ajudar, cada qual a sua maneira, o desenvolvimento profissional. A questão é saber qual deles é mais indicado para o momento da carreira de cada um.

Érica Halty e Gessieli Haussen, sócias da Movimenta Coaching, explicam que o mentoring se adapta a diversas situações: para quem quer empreender, está em momento de transição de carreira — busca por promoção, cargo de líder, mudança de empresa — ou quer planejar a aposentadoria.

— Já o coaching é um processo que precisa de foco e objetivo. Se parte de um ponto, de “onde estou”, para a realização do “onde quero chegar”. Para isso, é feito um mergulho no autoconhecimento e se traça um plano de ação — resume Érica.

No mentoring, um tutor orienta e compartilha informações com os colegas menos experientes. Além disso, o método também funciona como um multiplicador da cultura da empresa, destaca Yara Leal, sócia-diretora da Questão de Coaching.

— A maioria das empresas usa essa prática nos processos de trainees, quando há a necessidade de orientar um líder em potencial. Para funcionar, esse mentor, preferencialmente, não deve ser o gestor direto do funcionário — salienta Yara.

O uso de uma ferramenta, no entanto, não exclui a outra. Há empresas que adotam as duas técnicas de gestão de carreira, mas com objetivos diferenciados.

O mentoring é utilizado na organização para desenvolvimento profissional a longo prazo, ajudando na integração entre funcionários de sedes localizadas em diversas partes do mundo. O coaching costuma ser aplicado com objetivos mais pontuais e urgentes, como preparação para lideranças e aperfeiçoamento de habilidades comportamentais.

Na Pfeizer, o coaching foi implementado em 2000, e, nos últimos dois anos, 15% dos seus executivos (gerentes seniores e diretores) participaram do programa. É o caso de Shirley Amorim, que assumiu o cargo de gerente de supervisão e compliance há cerca de dois meses e conta com o auxílio de um treinador para superar os desafios de liderar uma equipe formada por pessoas que eram seus pares até pouco tempo.

O processo formal e informal de mentoring na mesma empresa hoje atinge cerca de 10% dos funcionários. A estrutura atual do programa começou em 2011, e, desde o início do ano, a diretora de recursos humanos Irene Shirai Camargo conta com a mentoria da pessoa que ocupa o mesmo cargo que o seu no Canadá.

Seja pelo exemplo de um mentor ou pelo auxílio de um mestre, o êxito só vem para quem o busca.

— Os resultados práticos em ambos os casos são profissionais mais sólidos, mais confiantes e mais motivados — afirma Irene.

Entenda o Mentoring

-Ferramenta de desenvolvimento profissional na qual uma pessoa experiente ajuda um iniciante. Esse tipo de apadrinhamento possibilita o aprendizado e o desenvolvimento da carreira do profissional mais jovem na organização.

-As sessões de aconselhamento podem ser individuais ou em grupo e ocorrem em frequências combinadas entre as partes. Os encontros podem ser presenciais, por mensagens ou teleconferência.

- A missão do mentor é ajudar no desenvolvimento de habilidades que serão decisivas na vida profissional, além de disseminar os valores da organização e aprimorar seus relacionamentos.

- Geralmente uma responsabilidade dos departamentos de recursos humanos, os projetos de mentoring costumam ser aplicados quando há necessidade de substituições ou para a integração de novos funcionários.

- O mentoring tem o benefício de utilizar os talentos da empresa, impulsionando a inovação e a criatividade e tornando a organização mais competitiva.

Entenda o Coaching

-O termo inglês coach tem origem no esporte e significa treinador. Processo de aceleração de resultados no qual o cliente forma parceria com uma espécie de conselheiro, com o propósito de identificar e alcançar metas.

-As empresas contratam coaches para melhorar o trabalho das equipes, treinar executivos e ajudar gerentes. Mas o profissional, por conta própria, também pode contratar os serviços de um treinador.

-Por meio de perguntas e técnicas, o coach ajuda o profissional a sair da zona de conforto. A prática parte do pressuposto de que o profissional tem as respostas e as soluções para suas questões, e o treinador o auxilia no processo de autoconhecimento.

-São definidas tarefas e estabelecidos prazos em conjunto a cada sessão. O processo de coaching pode ser realizado também em grupo, quando normalmente se trabalha objetivos do time.

-O resultado é o aumento do nível de motivação e, consequentemente, torna mais curtos os caminhos para se alcançar resultados.

Fonte: ZH

Especialista ensina como pedir promoção para cada tipo de chefe

28/03/2015

Você acha que merece ser promovido e soube que há na empresa uma vaga aparentemente perfeita para o que você imagina. Claro que você espera que seu chefe cuide disso, fazendo a promoção ou, se a decisão não for dele, pelo menos recomendando o seu nome para o posto. Pois é, seria ótimo se a situação se desenrolasse assim, mas, na maior parte dos casos, é preciso que você estabeleça uma conversa franca com o gestor para convencê-lo do seu merecimento. 

  

Para dar uma força para quem está nessa situação, o autor de Como Mandar no Seu Chefe, da Editora Saraiva, Gonzague Dufour, criou um roteiro para estabelecer essa conversa com seis tipos de chefe. Confira!

Chefe Intimidador: é um tipo agressivo, que dá ordens e controla tudo. Ele até pode produzir bons resultados, mas, via de regra, muito difícil trabalhar com ele. Pedir promoção, então, é tarefa árdua. Esse tipo não gosta quando alguém lhe diz que merece uma promoção. Ele prefere tomar a iniciativa e promover o funcionário no momento mais oportuno para ele. Como ele é movido pelo ego, é quase uma ofensa quando um colaborador pede para deixar sua equipe.

Resposta-padrão ao pedido de promoção: “Eu decido quando você estará pronto para ser promovido.”

Dica de Dufour: aplique métodos “indiretos” para incentivar o Intimidador a promovê-lo. Uma sugestão é espalhar (com a ajuda de amigos) um boato de que o headhunter contatou você. É arriscado, claro, mas essa história pode levar o Intimidador a se proteger. Ele não vai querer que você assuma um cargo gerencial, como o dele, no concorrente, ne? Outra dica é aproveitar o momento de apresentação de resultados (desde que, claro, os seus sejam excelentes), para conversar com o RH sobre vagas em outras áreas. Se o Intimidador perceber que pode perder você para outro grupo, ele pode ficar mais interessado em promovê-lo e assumir os méritos pela sua ascensão.

Chefe Bonzinho: ele é consistente, calmo, comunicativo, mas não lida bem com riscos e nem com nada que atrapalhe seus planos. Esse gerente está sempre alerta a qualquer movimento que possa prejudicá-lo. Se sua promoção representar algum risco para ele – por não saber se você será bem sucedido ou se fará falta na equipe – dificilmente ele apoiará a ideia.

Resposta-padrão ao pedido de promoção: “Agora não posso me dar ao luxo de correr o risco de tentar sua promoção.” Ou (se não for tão sincero): “Esta não é uma boa hora” ou “Você precisa acumular mais experiência para assumir um cargo de nível maior”.

Dica de Dufour: apresente argumentos sólidos e convincentes. “Se for possível documentar suas realizações e demonstrar porque é justo e apropriado receber a promoção, talvez seja possível convencer a relutância do Bonzinho em correr riscos, ainda mais se esse risco for relativamente pequeno”, diz ele. Vale até recrutar outras pessoas para ajudá-lo a elaborar a justificativa. O Bonzinho, diz Dufour, costuma se deixar levar pela opinião das pessoas em quem confia e respeita.

Chefe Caleidoscópio: sua personalidade muda de acordo com a situação principalmente para manipular pessoas e situações ao seu favor. Ele é extremamente brilhante e sagaz em termos profissionais e tudo o que busca é acumular e concentrar poder. Ele não promove alguém por recompensa ou mérito. Eles promovem de acordo com as necessidades de negócios. “Se uma promoção for útil à sua base de poder, provavelmente ele lhe dará o cargo pretendido”, diz Dufour. “Se o seu grupo possuir desempenho excelente e estiver crescendo, ele o promoverá para garantir um de seus colaboradores no comenda da área que expandiu.”, explica. No entanto, se ele acha que o melhor para ele é manter as coisas como estão, você não receberá a promoção.

Resposta-padrão ao pedido de promoção: “Preciso que continue onde está; se os resultados melhorarem e os negócios crescerem, talvez o coloquemos numa posição de responsabilidade maior.”

Dica de Dufour: escolha a hora certa para falar, pode ser quando certa, quando o grupo estiver se saindo bem, quando o próprio Caleidoscópio será promovido ou quando a companhia estiver crescendo. Esse tipo de chefe precisa acreditar que a sua promoção o ajudará a expandir a base de poder. “Ao conceder seu pedido de promoção, ele deve pelo menos acreditar que uma das seguintes situações é verdadeira: a promoção lhe dará maior controle sobre os recursos internos; aprimorar os resultados do grupo; ou colocar uma de suas pessoas numa área na qual anteriormente não contava com ninguém.” Fica a dica.

Chefe Estrela: cheio de energia, dramático e voltado à ação, ele não tolera burocracia ou qualquer coisa que exija paciência. Ele adora ocupar a ribalta, mas quer, no fundo, que a equipe seja bem-sucedida e siga os seus passos.

Resposta-padrão ao pedido de promoção: “Você precisa provar que está pronto.”

Dica de Dufour: descubra como impressionar o Estrela, seja com um estudo, uma apresentação, um relatório etc. Você precisa chamar a atenção para suas ideias e capacidades. Atitudes dramáticas ganham mais o seu respeito do que a competência do dia a dia.

Chefe Cientista: ele é altamente lógico e aberto ao feedback, mas também pode se agarrar a uma teoria nada racional, podendo ser distraído e de difícil comunicação nesse estado. Esse tipo promove as pessoas que exibem maiores capacidades e conhecimento em sua área particular. Se você fizer parte de um grupo financeiro e demonstrar ser um mago das contas a receber, estará a caminho da promoção.

Resposta-padrão ao pedido de promoção: “Você acumulou um conhecimento razoável, mas precisa ser melhor do que razoável para eu considerá-lo para aquele cargo.”

Dica de Dufour: você precisa ser mais astuto e capacitado do que os seus colegas. Talvez seja necessário investir algum tempo nessa iniciativa, indo a seminários, fazendo cursos, oferecendo-se como voluntário em tarefas para acumular e ampliar suas qualificações. A parte boa é que, se você compartilhar o que sabe no grupo do Cientista, ele logo notará que você melhorou. Quando ele estiver satisfeito com seu conhecimento, ele mesmo oferecerá a promoção. Simples assim.

Chefe Umbigo: seu grande ego sempre precisa ser alimentado e ele gosta que tudo gire ao seu redor. Esse tipo de chefe só promove quando a promoção lhe render algum benefício ou vantagem – não por merecimento ou para ajudar a organização.

Resposta-padrão ao pedido de promoção: “Por que eu devo promovê-lo e não ao Joe ou à Joan?” ou qualquer variação de “O que eu ganho com isso?”.

Dica de Dufour: primeiro, descubra alguns ganhos que ele pode ter com a sua promoção – você pode retribuir o favor no futuro, ele pode ser visto como um grande desenvolvedor de talento etc. Depois, apresente a justificativa de que, se você for promovido, ele sairá lucrando.

Fonte: Terra.com

Os 10 erros nas redes sociais que podem custar seu futuro emprego

28/03/2015

Você está procurando emprego? E enquanto faz isto, fica postando em redes sociais? Muito cuidado: uma coisa pode atrapalhar a outra. As redes sociais tem sido usadas para obter percepções sobre quem você é fora da sala de entrevistas, e dependendo do tipo de postagem que você faz, isto pode significar sua exclusão do processo seletivo.

  

Com o uso disseminado das redes sociais, cada vez mais empregadores estão se voltando para elas em busca de informações adicionais sobre os potenciais candidatos em um processo seletivo. Mas, segundo uma pesquisa do site de carreira CareerBuilder, eles não estão gostando nada do que descobrem na web.

Cerca de 40% dos empregadores admitiram utilizar mídias sociais para pesquisar informações extras sobre os candidatos para uma vaga. Dentro deste grupo, mais da metade dos recrutadores disse ter encontrado informações de que o levou a não contratar o candidato.

O site ouviu mais de 2.138 gerentes de contratação e profissionais de Recursos Humanos e listou os comportamentos nas redes sociais que mais provocam rejeição dos empregadores. Confira quais são eles:

Candidatos à vaga publicam fotos ou informações provocativas ou inadequadas – 46%

Postam fotos ou informações sobre bebidas e uso drogas – 41%

Reclamam de ex-colegas ou da empresa anterior – 36%

Mostram baixa habilidade de comunicação – 32%

Postam informações discriminatórias relacionadas à raça, sexo, religião, etc – 28%

Mentem sobre qualificações – 25%

Compartilham informações confidenciais de empregadores anteriores – 24%

Têm ligações com práticas criminais – 22%

Têm apelidos não profissionais – 21%

Mentem sobre uma ausência na entrevista – 13%

Fonte: economia.uol

CURSO - Postura e Imagem Profissional

28/03/2015

Em todos os lugares pelos quais você anda, ao cruzar com as pessoas, é praticamente inevitável imaginar quem são e como elas são, não é mesmo? Do mesmo modo, sua imagem também é constantemente analisada por outras pessoas, especialmente em situações de trabalho e de seleção, em que há profissionais especializados realizando tal tarefa.

  

Não importa se você está em busca do primeiro emprego ou se tem anos de experiência. Na hora de pleitear uma vaga, todos precisam conhecer os elementos básicos para causar uma boa imagem profissional.

Neste curso, vamos orientá-lo em relação à postura profissional valorizada pelo mercado de trabalho. Assim, você vai saber como passar uma boa impressão às pessoas que o cercam.

Instituição: Fundação Bradesco

Área de Conhecimento: Curso de aperfeiçoamento/comportamental

Carga horária: 59h

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Será que é realmente bom trabalhar no Facebook?

28/03/2015

O que você acha: seria interessante trabalhar em uma empresa que possui inúmeros benefícios como alimentação gratuita a todo momento, café da manhã, almoço e janta, onde também existem estúdios musicais, salão de jogos, além de estagiários ganharem pelo menos U$ 25.000,00 ao ano (segundo o site Business Insider)? Com planos de saúde e odontológicos inclusos, além de que, para melhorar ainda mais a saúde, disposição e motivação do colaborador, a empresa reembolsa parte do valor da academia de esportes. E mais: auxílio babá e descontos em várias empresas de tecnologia. 

 

Realmente isso é fantástico não? Pois tudo isso, com ótimos salários, esta deve ser uma ótima empresa para se trabalhar e um lugar em que não hajam insatisfações, não é mesmo? Bem, é quase isso.

Algumas reclamações de ex-funcionários do Facebook trouxeram à tona a desconfiança de tantos benefícios, entendendo que tudo isso serve para que o colaborador possa trabalhar muito mais do que o devido, e que troque sua casa pela própria empresa, deixando de lado sua qualidade de vida e sonhos pessoais, e que pelo excesso de trabalho, as regalias não podem ser utilizadas. Para quem deseja uma carreira na própria empresa e faz do seu conceito a sua forma de vida, é realmente fantástico, sem dúvida alguma, mas para o colaborador que não entende desta forma, existem uma discriminação velada no ambiente, o quê coloca tudo a perder.

Veja algumas reclamações relatadas pela própria Business Insider:

1 – Alerta 24 por 7

“Durante os períodos de plantão, os engenheiros responsáveis por manter o serviço no ar não podem sair da cidade no fim de semana ou ter muitos eventos sociais. Eles ainda devem atender o celular a qualquer momento, inclusive quando estiverem dormindo.” – Keith Adams, engenheiro do Facebook

2 – Falta de profissionalismo

“A maioria das empresas deseja que os funcionários dividam a vida pessoal da profissional, mas no Facebook não é assim. A cultura da rede social incentiva que todos os funcionários sejam eles mesmos, o que acaba aumentando a falta de profissionalismo em algumas situações.” – Engenheiro anônimo do Facebook

3 – Bagunça e falta de educação

Um dos colaboradores escreveu: “estamos crescendo muito rapidamente e nunca foi enfatizada a organização, educação ou estabilidade”.

4 – Reclamações indevidas

A esposa de um dos funcionários do Facebook disse que o marido tem sido alvo de reclamações sobre o site só porque ele trabalha na companhia. Ela também disse sofrer. “Como mulher de um dos colaboradores todos acham que eu tenho que saber tudo sobre a rede, especialmente sobre as configurações de privacidade”, disse.

5 – Falta de foco

Um ex-estagiário da companhia afirmou que há falta de visão sobre projetos futuros. Durante todo seu estágio ele teve de reescrever um código que acabou não sendo usado pela empresa. A decisão de acabar com o projeto foi tomada no seu último dia de trabalho.

6 – Trabalho é trabalho

Um funcionário foi bem realista ao descrever sua experiência no Facebook: “mesmo trabalhando em uma empresa legal, você ainda está trabalhando. No Facebook ou em qualque outro lugar, você executa tarefas para concretizar sonhos de outras pessoas e não os seus.”

7 – Sem orientação

“Eu substituí uma funcionária que estava de licença maternidade e tive pouco suporte e orientação. Eu respondia para dois dos piores líderes que já trabalhei em toda a minha vida.” – Ex-funcionária anônima do Facebook.

8 – Atividades inapropriadas

Um ex-funcionário disse ter sido tratado como lixo, além de executar tarefas inapropriadas, como separar as roupas sujas do diretor e de sua esposa.

9 – Sem retorno

Um antigo funcionário do Facebook participou de um rigoroso plano de desempenho de 10 dias, mas não recebeu nenhum feedback sobre sua atuação. Ele pediu demissão.

10 – Atividades extracurriculares

Um funcionário afirmou que Mark Zuckerberg e a diretora de operações Sheryl Sandberg passam tempo demais em atividades extracurriculares e copiando concorrentes.

11 – Pouco espaço

“Lá você tem muitas salas cheias de filas de mesa com pessoas sentadas ombro a ombro com seis centímetros de distância e zero de privacidade. Essa é a forma como você posiciona gados não talentos de alta qualidade” – Funcionário anônimo.

12 – Muita autonomia

O engenheiro de software do Facebook Philip Su disse que já viu decisões serem tomadas durante o almoço, por engenheiros e designers, que não passaram pela aprovação de um líder. Até estagiários já decidiram mudar alguma coisa sem permissão. “Esse tipo de autonomia na decisão sugere uma completa falta de compreensão de como as empresas devem trabalhar”, comenta.

13 – Pessoas rudes

De acordo com um ex-funcionário, seus colegas de trabalho no Facebook não eram agradáveis. Muitos eram esnobes e, de certa forma, mal educados. 

Bem, estas são algumas reclamações apresentadas. E você? Como se sente em sua empresa?

Fábio Vieira

Como lutar contra o hábito primitivo de procrastinar

28/03/2015

A ciência mostra que procrastinar faz parte da natureza humana. Mas há maneiras de lutar contra esse hábito primitivo e terminar o trabalho no prazo. Um estudo da Universidade do Colorado, em Boulder, nos Estados Unidos, publicado em fevereiro de 2014, mostrou pela primeira vez na história que o hábito de adiar pode ter um componente genético. A notícia trouxe algum conforto para procrastinadores compulsivos, que agora podem dividir com os pais a culpa pelo mau comportamento.

 

Mas o grande mérito dos pesquisadores foi mostrar que esse terrível inimigo do trabalho foi aprimorado dentro de nosso DNA ao longo de milhões de anos e que não podemos nos livrar dele tão facilmente quanto pensávamos. A pergunta-chave sobre o hábito de atrasar agora mudou: se deixar para depois faz parte da natureza humana, como podemos enfrentar a leseira e concluir nosso serviço no prazo?

De uma perspectiva da evolução humana, a procrastinação seria um subproduto da impulsividade. Os pesquisadores da Universidade do Colorado identificaram que um mesmo gene define as duas coisas. Para o homem primitivo, fazer planos de longo prazo não era tão importante quanto saciar as necessidades básicas e instantâneas de sobrevivência.

Cuidar do que acontecia no presente era muito mais importante do que pensar no futuro. Desse modo, o homem desenvolveu o instinto de reagir a estímulos imediatos mudando o foco de sua atenção. Dessa natureza surge a chave de cada adiamento: a pessoa perde a concentração na atividade que está fazendo para se preocupar com uma perturbação momentânea. O urgente supera o importante.

A vida moderna é mais bem-adaptada a metas de longo prazo. A maioria das pessoas não precisa mais caçar o alimento diariamente. Mas as tendências impulsivas ainda estão presentes e o mundo é um lugar lotado de pessoas, eventos e aparelhos que drenam a atenção de qualquer profissional.

“O grande problema é quando o adiamento prejudica a carreira, o trabalho ou os relacionamentos”, afirma o consultor Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo, de São Paulo. Em casos extremos, a in­capacidade de cumprir compromissos no prazo estabelecido leva a pessoa a perder oportunidades de crescimento e a ser taxada de incompetente ou preguiçosa.

Mas há diferenças entre a preguiça e o adiamento. A primeira é a falta de vontade de fazer uma tarefa. Já a procrastinação é um atraso irracional de uma ação pretendida, na definição do psicólogo Piers Steel, da Universidade de Calgary, no Canadá, autor de estudos sobre o assunto e do livro A Equação de Deixar para Depois (Editora Best Seller, 2012, 35 reais). O procrastinador quer cumprir a tarefa, mas por algum motivo não consegue.

De acordo com Piers, a maioria dos adiadores vive culpada, tensa, estressada, ansiosa e com baixa autoestima por não conseguir se programar direito para fazer as coisas com antecedência, como imagina que os outros colegas de trabalho façam. Após anos de estudo, o pesquisador canadense identificou três grandes elementos que determinam a procrastinação.

“De longe, os principais motivos pelos quais adiamos as coisas são falta de confiança, achar a tarefa chata ou pouco prazerosa e a distração provocada pela impulsividade”, afirma Piers. O último item ajuda a entender por que uma pessoa pode se desviar até de coisas que gosta de fazer.

A ideia de que a maturidade ajuda a combater a procrastinação é apenas parcialmente verdadeira. Um profissional experiente pode ter aprendido a controlar distrações de modo a se manter focado no serviço, mas isso nunca será completamente verdade.

“Todo mundo tem suas armadilhas, e isso vale tanto para o estagiário quanto para o presidente”, diz o headhunter André Caldeira, diretor da Proposito, empresa de seleção de executivos de Curitiba, que entrevistou vários gestores sobre o assunto.

O papel de cada um

Cada pessoa tem um padrão próprio para deixar as coisas para depois. Não há como afirmar categoricamente que alguém está procrastinando, só é possível suspeitar. Há situações em que um procrastinador diz que a inércia é uma escolha racional.

“Uns trabalham menos para passar mais tempo com a família. Mas isso depende dos valores de cada um. O único que pode afirmar com certeza se está adiando ou não é o pro­crastinador”, diz Piers. Agora que já ficou claro que todo mundo adia seus compromissos de alguma maneira, está na hora de controlar os instintos para viver menos tenso.

Fonte: exame.abril

O valor da terceira idade para a empresa

28/03/2015

Ao contrário do que muitos podem imaginar, quando a aposentadoria chega nem todos os profissionais estão dispostos a “pendurar as chuteiras” e trocar suas atividades por um par de confortáveis chinelos e tampouco passar horas sentados em cadeiras de balanço. Muitos querem dedicar a nova fase de suas vidas a novas atividades, viagens ou simplesmente aproveitar cada momento de maneira intensa e única. Outros preferem continuar com a carreira, uma vez que possuem disposição e têm muito potencial para agregar valor às empresas.

 

Vale lembrar que muitos talentos que chegam à terceira idade, optam por permanecer no mercado de trabalho e isso também é reflexo da longevidade das pessoas. Para se ter uma ideia, de acordo com os últimos dados divulgados pelo IBGE, expectativa de vida do brasileiro nascido em 2010 alcançou 73,4 anos. Se compararmos com os dados de 1960, quando a perspectiva de vida do cidadão era de 48 anos, a esperança de viver do brasileiro teve um aumento de 25,4 anos. Um crescimento bem significativo. Confira abaixo alguns dos valores que a “turma da boa idade” pode trazer às organizações.

1 – Vivência única - Sem menosprezar o valor da vivência de quem está ingressando no mercado de trabalho, as pessoas que chegam à terceira idade já foram expectadores e atores de muitas situações que marcaram a realidade da Era da Globalização. Muitos entendem melhor como todo o processo de evolução ocorreu, porque não leram apenas nos livros, mas ajudaram a escrever a história.

2 – Conhecimento e sentimentos - Hoje, há várias fontes para se buscar o conhecimento que se propaga numa velocidade que assusta e encanta, ao mesmo tempo. Mas, devemos nos lembrar de que fontes de pesquisas passam informações e as pessoas passam informações e sentimentos. Apenas para dar um exemplo simples, imaginemos um profissional que ingressa numa grande organização que fez história no mercado nacional. Esse novo talento lê, pesquisa e se atualiza com todas as informações disponibilizadas na intranet e na internet. Mas, se ele escuta um profissional que esteve presente às principais fases da companhia, captará o sentimento que os profissionais externaram naquela época e poderá entender melhor o comportamento que hoje se reflete no clima organizacional.

3 – Sintonia entre gerações - Fala-se muito em conflitos entre gerações, pois hoje encontramos profissionais de várias faixas etárias convivendo no mesmo ambiente de trabalho. Quando a diversidade se faz presente entre as equipes, através da presença de pessoas de idades diferenciadas, o time tem uma chance real de abrir espaço para a criatividade, uma vez que cada membro agregará valor diferenciado ao resultado final do trabalho.

4 – Respeito - Quando se dá oportunidade para que pessoas da terceira idade continuem a demonstrar seus valores como profissionais, a empresa conquista respeito junto aos demais colaboradores e à sociedade. Não se considere aqui um trabalho de assistencialismo, mas de demonstração de crença à capacidade humana de ser produtiva e útil em qualquer tempo.

5 – Estimulo aos profissionais – Quando um talento observa na prática, futuramente, ele terá chances de continuar produtivo mesmo que a aposentadoria chegue, esse profissional se sentirá motivado a dar uma entrega maior e se comprometer ainda mais com o negócio. O funcionário entenderá que parte de sua vida, dedicada à empresa, não significou apenas uma passagem temporária e sem importância. Mas, ele será visto como alguém de valor, não importa a idade cronológica que tenha.

6 – Prata da Casa - Muitas vezes, as organizações gastam tempo e dinheiro porque acreditam que com o aumento da idade o profissional se tornará improdutivo. Contudo, não chegam para conversar e perguntar se o “Prata da Casa” teria ou não interesse em continuar atuando na empresa e que tipo de apoia seria necessário, para que ele continuasse com seu desempenho satisfatório. Acreditar nos talentos internos pode ser um grande investimento para a companhia.

7 – Dedicação - Muitas empresas que acreditam na terceira idade e criam programas específicos para contratar esses profissionais se surpreendem. Relatos de profissionais de Recursos Humanos e de gestores de pessoas constatam que a dedicação desses funcionários não deixa a desejar e, em determinados casos, superam as expectativas. A justificativa por estar na oportunidade e na confiança que foi dada a essas pessoas, em demonstrarem que também possuem valor para a sociedade.

8 – Disseminadores de conhecimento – Outro diferencial que os profissionais da terceira idade podem agregar às organizações é a disseminação do conhecimento adquirido ao longo do tempo. Inclusive, há empresas que acertadamente trabalha esses profissionais para serem mentores e até mesmo agentes disseminadores de competências técnicas e comportamentais mais importantes para o êxito do negócio.

9 – Confiança - Quando um profissional ingressa numa organização é normal que surjam dúvidas sobre as atividades que ele exercerá. Não são raros os casos em que esses jovens talentos procuram o respaldo de quem está na empresa por mais tempo. Dois fatores podem influenciar positivamente essa iniciativa de quem está apenas começando: a confiança que o funcionário experiente repassa aos colegas que dão os primeiros passos na carreira e a própria bagagem de conhecimento que foi adquirida ao longo do tempo. Pessoalmente, tive o privilégio de conhecer um caso desses, mesmo sem ser dá área. Em um laboratório de análises clínicas de uma grande capital brasileira, havia um analista que era respeitado por todos os colegas. O Zé Tales, com uma personalidade forte e sempre de bom humor, era uma espécie de paizão não apenas para os colegas da sua geração, mas para muitos que chegaram depois e tiveram o privilégio de serem treinados por ele. Em momentos de crise, profissional e pessoal, muitos recorriam a ele. Até hoje, após sua partida, Zé Tales continua vivo na história desse laboratório.

10 – Quebra de paradigmas – Quando se resolve investir em talentos diferenciados, seja qual forem os critérios adotados, a organização sempre dará um passo á frente e evoluirá em seus processos de gestão. Acreditar que o potencial humano não se limita à idade, por exemplo, pode ser o início de uma quebra de paradigmas e até mesmo de preconceitos.

Fonte: RH

CURSO - Diminuindo o stress e aumentando a produtividade

28/03/2015

 

O estresse geralmente interfere em nossas ações e atitudes, não permitindo a clareza de pensamentos e planejamento. Este curso trabalha diretamente nas causas do estresse, ensina técnicas para combatê-lo e aumentar sua produtividade e capacidade de gestão e motivação.

  

Instituição: Educar e Transformar

Área do conhecimento: Administração

Carga Horária: 24 hs

Professor: Fábio Vieira

Dicas para jovens que estão começando no primeiro emprego

28/03/2015

Sair da faculdade e se jogar no mercado de trabalho não é fácil.

Entrar no mercado de trabalho após terminar a faculdade não é uma tarefa fácil, mas uma situação bem intimidante. O jovem profissional pode até saber mais ou menos o que esperar, mas com certeza algumas coisas serão novidades.

 

Pensando nisso, o site Glassdoor reuniu dez dicas para ajudar jovens que estão começando no primeiro emprego. Confira:

1- O ritmo vai acelerar rapidamente: assim que passar a fase das papeladas e integração, as coisas vão começar a andar rápido. Você terá tarefas para fazer quase que imediatamente e será preciso organizar um plano para conseguir dar conta de tudo. Para não ficar perdido, tente se organizar o mais rápido possível. Ser positivo ajuda a crescer na carreira.

2- Você terá muitas coisas para resolver por conta própria: você não está mais no estágio, em que todas as atividades são supervisionadas. Agora você terá que fazer as coisas de forma independente, realizando todas as tarefas designadas e cumprindo prazos. Não tenha medo de fazer muitas perguntas no começo, para se certificar de que você está fazendo as coisas da forma correta. Além disso, você não receberá tanto feedback quanto nos tempos de estágio, então não espere receber uma crítica, seja ela positiva ou negativa por cada tarefa completa. Caso esteja preocupado com o seu desempenho, procure o chefe e pergunte.

3- A sua opinião importa: além de ser independente, você também terá de ser criativo. Seu chefe e sua equipe vão esperar que você traga ideias, pense em novos métodos e processos, identifique problemas e traga soluções, por isso, não tenha receio de compartilhar suas ideias em reuniões. Não é apenas porque você é novo na empresa que sua opinião não será levada em consideração, afinal você foi contratado por um motivo e ser inovador vai te ajudar a crescer e se movimentar na empresa.

4- Coloque em enfase o aprendizado: embora esperem que você execute as suas tarefas de maneira independente, não pense que precisa saber como fazer tudo. Afinal, o primeiro emprego também envolve o aprendizado. Aprenda a gerenciar o seu tempo, cumpra os prazos e trabalhe em equipe, e caso a sua empresa forneça oportunidades de qualificação, como bolsas de estudo ou descontos em cursos, não deixe de aproveitá-las.

5- Responda os e-mails em tempo hábil: dependendo do seu perfil, você pode não estar acostumado a responder e-mails frequentemente ou com a velocidade necessária. Porém, no ambiente de trabalho, é essencial responder as mensagens em tempo hábil, de preferência no máximo até 24 horas depois de ter recebido o e-mail. Mas preste atenção e leia suas respostas com cuidado: ser rápido não é desculpa para erros de gramática ou de ortografia.

6- Networking continua sendo importante: não é porque você conseguiu um emprego que não precisa mais continuar com networking, pois alimentar uma rede de relacionamentos será fundamental ao longo de toda a sua carreira. Participe de eventos da empresa, vá a feiras e congressos do setor e conheça os seus colegas. Isso será importante para o seu futuro, seja para quando você trocar de emprego ou para colaborar em um projeto.

7- Envolva-se em atividades em seu tempo livre: na faculdade, era muito fácil fazer atividades extracurriculares. Agora que está no “mundo real”, precisa fazer um esforço para continuar ativo. Junte-se a grupos de ex-alunos, a organizações profissionais ou de voluntariado. Vá para o happy hour com seus colegas de trabalho.

8- Mantenha o controle de suas realizações: ao longo de toda a sua carreira, e especialmente em seu primeiro emprego, você deve manter um registro de tudo o que faz. Seja os artigos que escreve, os relatórios que produz, as ideias que leva para reuniões, apresentações para clientes, planejamento de um evento ou uma campanha de marketing. Mantenha em arquivo todas as conquistas e realizações, para poder discutir com seu chefe ou até em futuras entrevistas de emprego.

9- Seja profissional: ser profissional sempre vai lhe ajudar a crescer na carreira, por isso chegue sempre na hora, seja cortês e vista-se de maneira adequada.

10- Seja positivo: seu primeiro emprego pode ser exaustivo no início e algumas de suas tarefas podem acabar virando tediosas. Em cada etapa, tente manter uma atitude positiva, esteja você estressado ou cansado. Pessoas que reclamam de seus empregos não são tão bem-sucedidas como aqueles que não se queixam o tempo todo.

Fonte: Global Empregos

Ética, pré-requisito em todos os processos seletivos

28/03/2015

De parte a parte, talentos e empresas tem que selecionar um ao outro. Não é só a empresa que seleciona um talento para a oportunidade que possui, o talento também seleciona a oportunidade na qual quer imprimir todas as suas forças, dedicação, habilidades e algumas horas diárias de sua vida.

 

A questão referente à ética observada em processos seletivos tem sido um tema pouco analisado sob o ponto de vista formal, mas muito comentado por empregadores, headhunters e candidatos no dia a dia. Esta questão é fundamental, pois a ausência de ética em processos seletivos pode desgastar seriamente a imagem do empregador e do headhunter, bem como comprometer a carreira dos candidatos envolvidos.

Alguns cuidados devem ser observados por todas as partes para evitar problemas desta natureza, como segue:

Empregador 

Definir claramente o perfil do candidato a ser selecionado, analisando não somente a experiência profissional, formação acadêmica, mas também o perfil pessoal desejado de acordo com as características do superior imediato, pares e subordinados. Caso um headhunter seja contratado para dar andamento ao processo, o empregador deve certificar-se de que este parceiro terá a capacidade de representá-lo perante os candidatos entrevistados.

A empresa deve preparar seus entrevistadores, para que estes consigam agir de forma produtiva, extraindo ao longo das entrevistas as informações que servirão de base para a definição do(s) candidato(s) finalista(s), sem perder de vista os padrões éticos e de bom senso esperados. Neste quesito vale lembrar que se deve iniciar a entrevista no horário previsto, ouvir atentamente o que candidato tem a dizer e tratá-lo com respeito.

Não fazer julgamentos com base em preconceitos. Manter as informações dos candidatos sob total sigilo durante todo o processo.

Não omitir problemas ligados à empresa e cargo ao candidato finalista, para que este possa ponderar os prós e contras de uma mudança em sua carreira. A transparência nesta fase do processo promove uma melhor integração do candidato finalista e por consequência sua retenção.

Headhunter

Respeitar a busca dos candidatos de acordo com o perfil do cargo previamente descrito pelo empregador. Caso o perfil do cargo não esteja de acordo com a realidade do mercado, este problema deve ser comprovado através de fatos e dados. Dizer apenas o que sabe ao candidato, não alimentando falsas expectativas quanto à empresa cliente, área, superior imediato, remuneração e quaisquer outros pontos relevantes.Cumprir os prazos estipulados no início do projeto e manter o cliente atualizado sobre o status do processo.

Desenvolver análises coerentes e isentas sobre os candidatos envolvidos. Tratar os candidatos com educação, mantendo-os informados sobre o status do processo. 

Caso o headhunter participe das negociações do pacote de compensação oferecido ao finalista, este deve manter o empregador ciente de quaisquer alterações nos itens ou valores do pacote.

Manter as informações sobre o candidato de forma sigilosa.

Candidato

Assegurar que as informações descritas no currículo são absolutamente verdadeiras. É comum supervalorizar a formação acadêmica e fluência em idiomas, ocultar as datas de início e término em empresas e mencionar cargos superiores ou diferentes dos efetivamente ocupados.

Durante as entrevistas, os candidatos devem dizer sempre a verdade. Os entrevistadores estão preparados para conduzir entrevistas e identificar inconsistências. Os candidatos também devem saber que suas referências poderão ser levantadas a qualquer momento. Inventar, omitir fatos ou supervalorizar determinadas características pessoais costuma prejudicar o próprio candidato, que poderá ser descartado do processo.

O candidato finalista deve também evitar desgastes ao longo do processo de negociação do pacote de compensação oferecido. Ele deve dizer suas expectativas, analisar prós e contras e definir com o empregador um prazo de resposta, caso necessite de mais tempo para pensar. Entretanto, não deve utilizar os processos como “leilão”, pois se isto num primeiro momento pode trazer promoções ou reajustes salariais em seu emprego atual, poderá desgastar a sua imagem perante o mercado como profissional.

A condução de processos seletivos seguindo padrões éticos assegura a preservação da imagem institucional e contribui para o desenvolvimento profissional dos candidatos, que podem ampliar a sua visão sobre o mercado e refletir sobre sua própria carreira.

Fonte: carreira.emprego

Cinco dicas para se sair bem numa entrevista de emprego

28/03/2015

Algumas coisas são básicas e padrão em um processo seletivo. Esteja atento a estas cinco dicas e não perca sua oportunidade por errar nestes quesitos.

 

Você recebeu um convite para participar de um processo seletivo? Seguem algumas sugestões para quem irá começar a etapa das entrevistas individuais.

Algumas regras: conhecer bem a empresa, fazer uma boa apresentação pessoal, ressaltar suas conquistas na carreira profissional e ‘vender’ suas qualidades como soluções para a companhia.

Veja abaixo cinco dicas selecionadas pela consultora de carreira Mayra Fragiacomo.

1 – Pesquise sobre a empresa

Faça pesquisas sobre a empresa e procure levantar o maior número de informações a respeito dela: segmento de mercado, porte, número de funcionários, produtos, concorrentes e etc. Visite o site da companhia, leia revistas especializadas, jornais e use o networking (rede de relacionamentos). Esses dados serão muito úteis no decorrer da entrevista, pois ajudarão a compreender melhor as necessidades da companhia em relação à posição.

2 – Ouça o entrevistador

Ouça o entrevistador para identificar as necessidades da empresa e poder apresentar-se como uma solução para elas. Lembre-se de se preocupar com aquilo que pode fazer pela organização e não somente com o que a empresa pode fazer por você.

3 – Marketing Pessoal

Para conseguir vender suas soluções é preciso conhecer muito bem o produto, que é você mesmo. Procure relacionar as suas competências com os requisitos para o cargo. Não adianta listar todas as suas qualificações e competências profissionais e pessoais. O entrevistador está interessado em saber se você tem qualidades e conhecimentos necessários para desenvolver as atribuições do cargo.

4 – Foco em Resultados

Reflita sobre todos os resultados alcançados durante sua trajetória profissional. Explore-os durante a entrevista, valorizando seu desempenho e todas as competências utilizadas para conquistá-las. Seja detalhista, jamais esqueça o cargo ocupado ou nome da empresa. Cite seu papel no departamento e organização, e ressalte suas conquistas.

5 – Comunicação

Comunicar-se com segurança e objetividade. Não seja prolixo, fale apenas o necessário. Respostas longas são menos eficazes que respostas concisas. Não seja precipitado ao responder as perguntas do entrevistador. Reflita bem antes de falar. Evite respostas monossilábicas, como ‘sim’, ‘não’ ou ‘é’. Argumente e interaja com o entrevistador.

Fonte: Olhar Digital

CURSO - Conceitos básicos de gestão de projetos

28/03/2015

O objetivo é apresentar o aluno aos conceitos básicos do tema e apresentá-lo a métodos para gerir escopo, tempo, riscos e incertezas. Feito para a web, o curso é inspirado em aulas do departamento de engenharia de produção da Escola Politécnica da USP.

Universidade: USP

Professores: Marly de Carvalho e Daniel Amaral

Área do conhecimento: Engenharia

Nº de aulas: 12

Link para as aulas no Veduca