Dicas e Cursos
  • Conheça a profissão: Comissário (a) de Bordo

    31/05/2017

    Os comissários(as) de bordo, ou comissários(as) de voo, são profissionais cuja missão principal é cuidar pela segurança, tranquilidade e conforto dos passageiros do transporte aéreo, bem como do restante da tripulação. Para exercer a profissão de comissário de bordo não é necessário ter grau superior (faculdade), mas são exigidos treinamentos e exames específicos. Os requisitos para obter a licença de Comissário de Voo são:

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  • Conheça a profissão: Geólogo

    30/05/2017

    O geólogo ou engenheiro geológico estuda a origem, a estrutura, a composição e as transformações da crosta terrestre. Esse bacharel investiga a ação das forças naturais sobre o planeta e seus efeitos, como a erosão e a desertificação. Analisa fósseis e minerais e a topografa dos terrenos. Localiza e acompanha a exploração de jazidas de minério, depósitos subterrâneos de água e reservas de petróleo, carvão mineral e gás natural. Todas as grandes obras de infraestrutura – hidrelétricas, barragens, linhas de metrô, túneis, pontes e viadutos – exigem a atuação de um engenheiro geológico para fazer a análise do solo e das rochas e elaborar o estudo de impacto ambiental. O registro profissional no Conselho regional de Arquitetura e Agronomia (Crea) é obrigatório.

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  • Conheça a profissão: Geógrafo

    29/05/2017

    O geógrafo elabora mapas, estuda e analisa questões sociais, ambientais e econômicas, planeja e organiza sistemas de circulação logística rural e urbana, elabora banco de dados geográficos, trabalha com estatísticas populacionais, atua na elaboração de planejamentos urbanos, trabalha com sensoriamento remoto, desenvolve estratégias de ocupação do espaço para evitar impactos sobre o meio ambiente. O graduado em Geografia também pode atuar na área de educação como professor de Geografia, caso complemente com disciplinas pedagógicas.

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  • Conheça a profissão: Estatístico

    29/05/2017

    O estatístico é o profissional especialista em planejar, coletar, analisar e interpretar dados. Sendo responsável por gerar informações de alto valor no estudo de fenômenos de diversos tipos: médicos, econômicos, sociais, naturais e outros. Planeja seguir a profissão de estatístico? Então, continue nos acompanhando e confira 6 áreas promissoras que você poderá trabalhar!

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  • Conheça a profissão: Profissional Liberal

    27/05/2017

      O conceito de profissão “liberal” O termo não é bom, mas tem sido tradicionalmente utilizado. O senso comum indica que tais profissionais seriam aqueles que trabalham por conta própria, sendo patrões de si mesmo. Seriam médicos, advogados, engenheiros, etc. que teriam seus consultórios e escritórios próprios, não devendo “satisfação” a ninguém.

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  • Conheça a profissão: Revendedor Lotérico

    26/05/2017

    Ser um revendedor lotérico é antes de qualquer coisa, ser um empreendedor de pequeno porte, já que para conseguir ser um é necessário abrir uma casa lotérica, dando início ao que se entende por ter um negócio próprio.  Um revendedor lotérico precisa ter uma autorização formal da Caixa Econômica Federal, que só poderá ser conquistada por meio de um processo licitatório, que visa entender se o interessado de fato atendeu a todos os requisitos exigidos no edital de abertura.

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  • Conheça a profissão: Massagista

    25/05/2017

    O Massagista é o profissional responsável por oferecer serviços de massagem em centros de estética e clínicas, entre outros locais de atendimento. Para atuar como tal, é necessário ter um diploma no curso de Massoterapia ou técnico em Massoterapia. As massagens utilizam técnicas ocidentais e orientais, com objetivo de melhorar dores no corpo e promover o relaxamento, entre outros benefícios.

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  • Conheça a profissão: Trabalhador Rural

    25/05/2017

      O trabalho rural está regulado pela Lei nº 5.889/73, regulamentado pelo Decreto nº 73.626/74 e no artigo 7º da Constituição Federal/88. Ao trabalhador rural é assegurado no mínimo o salário mínimo, devendo-se observar o piso salarial da categoria a que pertencer o empregado.

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  • Conheça a profissão: Vigilante

    25/05/2017

    As empresas que tenham objeto econômico diverso da vigilância ostensiva e do transporte de valores, que utilizem pessoal de quadro funcional próprio, para execução dessas atividades, ficam obrigadas ao cumprimento do disposto na lei e demais legislações pertinentes.

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  • Conheça a profissão: Apicultor

    22/05/2017

    Apicultor é um indivíduo que pratica a apicultura, ou seja, cria abelhas da espécie Apis mellifera para a obtenção de um ou mais dos seguintes produtos: mel, cera, pólen, geleia real, própolis ou veneno. Além disso, o apicultor pode se dedicar à criação de rainhas para uso próprio ou comercialização para outros apicultores, ou utilizar a apicultura como instrumento de polinização de culturas agrícolas. Há ainda os que criam abelhas com o simples propósito de satisfazer a sua curiosidade científica ou como passatempo.

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Conheça a profissão: Comissário (a) de Bordo

31/05/2017

Os comissários(as) de bordo, ou comissários(as) de voo, são profissionais cuja missão principal é cuidar pela segurança, tranquilidade e conforto dos passageiros do transporte aéreo, bem como do restante da tripulação.

Para exercer a profissão de comissário de bordo não é necessário ter grau superior (faculdade), mas são exigidos treinamentos e exames específicos. Os requisitos para obter a licença de Comissário de Voo são:

- Ter pelo menos 18 anos

- Ter Ensino Médio Completo

- Cumprir o Programa de Instrução teórica e Prática estabelecido no Manual de Curso de Comissário de Voo e ser aprovado em curso homologado pela Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC),

- Ser aprovado em banca de exames da ANAC

- Ter o Certificado Médico Aeronáutico (CMA) 2º classe, válido

O processo de recrutamento e seleção dos comissários e comissárias de bordo costuma envolver entrevista pessoal, teste psicológico, exames médicos, verificação de qualificação e dinâmicas de grupo. Caso seja selecionado, o comissário precisa passar ainda por um período de treinamento dentro da empresa antes de começar a exercer a função.

Salário Mínimo Profissional do Comissário de Bordo

De acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas, o piso salarial dos comissários de bordo de linhas aéreas é de R$ 1.742. No caso de comissários de voo de táxi aéreo, o piso é de R$ 1.352.

O salário mínimo profissional dos comissários de bordo, na prática, pode aumentar substancialmente devido às remunerações variáveis, benefícios e adicionais obrigatórios por lei para essa categoria. Adicional de compensação orgânica (devido ao ambiente desfavorável para o organismo), horas de voo, horas de reserva, gratificação por senioridade, adicional noturno, periculosidade, adicional para cargos específicos como chefe de cabine, diárias e adicionais para voos em domingos e feriados são alguns dos fatores que podem incrementar o salário de um comissário de bordo.

Considerando os adicionais, o salário inicial de um comissário de bordo que atua em voos nacionais é de aproximadamente R$ 3.500.

Média Salarial do Comissário de Bordo

O salário de um comissário de bordo varia de acordo com o porte da empresa aérea onde trabalha, o tempo de experiência, e o tipo de voo (nacional ou internacional) e classe atendida (econômica, business, primeira classe).

De acordo com levantamento feito pelo site de empregos Catho, um comissário de bordo no Brasil ganha entre R$ 3.000 e R$ 5.000, com média salarial nacional de R$ 3.716.

Sites de cursos de comissário de bordo e reportagens de jornais e revistas citam o salário médio de R$ 7.000 para comissários e comissárias de voo com carreira internacional.

Sobre a carreira de Comissário de Bordo

O comissário de bordo pode trabalhar no transporte aéreo nacional e internacional, em aviões comerciais, táxis aéreos e até helicópteros.

Algumas das funções do comissário de bordo são:

- Receber e encaminhar os passageiros aos seus lugares.

- Verificar o posicionamento correto das poltronas e cintos de segurança.

- Zelar pela segurança a bordo.

- Transmitir informações sobre o voo aos passageiros.

- Atender solicitações de passageiros e tripulação.

- Checar equipamentos de segurança.

- Verificar e oferecer alimentação e material de pernoite.

- Grande capacidade de autocontrole diante de circunstâncias adversas e inesperadas e saber lidar com o público são duas das características importantes para ser um bom comissário de bordo. Falar outros idiomas é obrigatório para aqueles que pretendem seguir carreira internacional, sendo que línguas orientais (chinês, japonês) têm sido bastante demandadas pelas companhias aéreas.

De acordo com estudos da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), a carreira de comissário de bordo está em alta e deve continuar assim nos próximos anos. A expectativa da Associação é de que até 2020 sejam criados mais 660 mil empregos no setor da aviação e sejam construídos mais 73 aeroportos no Brasil.

Não ter rotina e poder conhecer muitos países são duas das vantagens mais citadas da carreira de comissário de bordo. Embora verdadeiras, essas características não se aplicam necessariamente a todos os profissionais. Comissárias de voo que voltam da licença-maternidade, por exemplo, têm o direito de fazer a “escala-mãe”, com voos de curta duração e horário de trabalho regular. Comissários que fazem faculdade à noite também podem negociar um horário fixo. Nesses casos, ao ter uma jornada fixa de trabalho, com “horário comercial”, o comissário de bordo deixa de receber os adicionais de viagens mais longas.

Pela lei, os tripulantes de aeronaves podem viajar 85 horas mensais, no máximo,  com pelo menos 8 dias de folga por mês. A legislação também prevê uma série de outras regras, como o acréscimo de 3 horas de descanso a cada 3 fusos horários atravessados e mais 12 horas de descanso ao chegar em sua base de origem, além de diárias para alimentação, independentemente das refeições servidas a bordo.

Fonte: http://www.guiadacarreira.com.br

Conheça a profissão: Geólogo

30/05/2017

O geólogo ou engenheiro geológico estuda a origem, a estrutura, a composição e as transformações da crosta terrestre. Esse bacharel investiga a ação das forças naturais sobre o planeta e seus efeitos, como a erosão e a desertificação. Analisa fósseis e minerais e a topografa dos terrenos. Localiza e acompanha a exploração de jazidas de minério, depósitos subterrâneos de água e reservas de petróleo, carvão mineral e gás natural. Todas as grandes obras de infraestrutura – hidrelétricas, barragens, linhas de metrô, túneis, pontes e viadutos – exigem a atuação de um engenheiro geológico para fazer a análise do solo e das rochas e elaborar o estudo de impacto ambiental. O registro profissional no Conselho regional de Arquitetura e Agronomia (Crea) é obrigatório.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE GEOLOGIA E GEOFÍSICA?

A Geologia estuda a estrutura e a composição química da Terra, e sua evolução ao longo do tempo, com ênfase no estudo de rochas e minerais. Já a Geofísica tem foco na estrutura da Terra e do subsolo, mas usa métodos de prospecção indiretos, baseados no comportamento de ondas e/ou do campo eletromagnético, por exemplo. O mercado de trabalho dos dois bacharéis é o mesmo (exploração de petróleo, geologia ambiental, mineração), mas eles se ocupam de tarefas distintas, ainda que inter-relacionadas.

O que você pode fazer

Engenharia geológica: Fazer o levantamento geológico e geotécnico de áreas para a construção de represas, túneis e estradas. Estudar a recuperação de áreas degradadas pela mineração.

Geofísica: Pesquisar os fenômenos elétricos, térmicos, magnéticos, gravitacionais ou sísmicos do planeta.

Geologia ambiental: Planejar a ocupação de territórios e avaliar o risco geológico (erosões, enchentes e deslizamentos) incidente sobre essas regiões. Recuperar solos contaminados.

Geologia forense: Aplicar técnicas de geologia para elucidação de crimes.

Geologia do petróleo: Localizar e explorar reservas petrolíferas e de gás natural, dentro da área de recursos energéticos.

Hidrogeologia: Descobrir depósitos de água subterrâneos e planejar sua exploração de forma a garantir a pureza das águas.

Mineralogia: Estudar minerais e gemas, descrevendo e quantificando suas propriedades para uso industrial ou em joias.

Paleontologia: Localizar sítios que guardam fósseis, de modo a proteger o patrimônio paleontológico nacional.

Mercado de Trabalho

Empresas que atuam em áreas ligadas ao meio ambiente, à mineração, à exploração de petróleo e gás e aos recursos hídricos são as que mais requisitam geólogos. Há boas chances também em consultorias, onde os geólogos são contratados para atender demandas como fazer o levantamento geológico de uma área, realizar um estudo de solo para verificar os riscos de enchentes e deslizamentos ou ainda localizar uma reserva de gás natural. Esse profissional também atua em agências reguladoras e órgãos do governo, como Agência Nacional do Petróleo (ANP), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agência Nacional de Águas (ANA), Serviço Geológico do Brasil, Embrapa e Ibama, entre outros. As oportunidades no setor ambiental distribuem-se por todo o território nacional, com maior procura na Região Sudeste, enquanto o mercado de petróleo se concentra especialmente no Rio de Janeiro, mas a Petrobras também está presente em cidades como Vitória (ES), Aracaju (SE), Natal (RN) e Santos (SP). “É importante ressaltar que o geólogo normalmente não tem uma posição geográfica fixa, especialmente no início da carreira. Ele pode atuar em várias regiões do Brasil e até no exterior. Esta é uma tradição na carreira: viajar a trabalho e conhecer diferentes regiões do país e do mundo”, conta Wanilson Luiz Silva, professor do Instituto de Geociências da Unicamp.

Curso

O bacharelado começa com matérias básicas, como química, matemática, física e biologia, mas já no primeiro ano o aluno tem atividades de campo para se familiarizar com os conteúdos próprios da Geologia. Em seguida, entram no currículo algumas disciplinas específicas, como petrografia (descrição e análise de rochas), sedimentologia e paleontologia. A partir do terceiro ano, a ênfase é dada à formação profissional, com aulas de geologia econômica, sensoriamento remoto, tratamento de minérios e geologia urbana, entre outras. Parte considerável da formação do aluno ocorre em aulas práticas extraclasse. Nos trabalhos de campo, o estudante faz mapeamentos e coleta material que será mais tarde analisado em laboratório. No último ano, um trabalho de conclusão de curso, que pode ser feito em campo ou em uma empresa, de acordo com o tema escolhido, e a realização de estágio são obrigatórios. Na UFPel (RS) e na Ufop (MG), o curso é denominado Engenharia Geológica.

Duração média do curso: 5 anos.

Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br

Conheça a profissão: Geógrafo

29/05/2017

O geógrafo elabora mapas, estuda e analisa questões sociais, ambientais e econômicas, planeja e organiza sistemas de circulação logística rural e urbana, elabora banco de dados geográficos, trabalha com estatísticas populacionais, atua na elaboração de planejamentos urbanos, trabalha com sensoriamento remoto, desenvolve estratégias de ocupação do espaço para evitar impactos sobre o meio ambiente. O graduado em Geografia também pode atuar na área de educação como professor de Geografia, caso complemente com disciplinas pedagógicas.

Características profissionais importantes (aptidões, habilidades e competências)

- Habilidade para trabalhar em equipe;

- Capacidade de análise e interpretação de dados e informações;

- Interesse por pesquisa.

Mercado de Trabalho

- Órgãos públicos

- Empresas privadas (mineradoras, exploração de petróleo, reflorestamento, entre outras);

- Universidades públicas e privadas e centros de pesquisa;

- IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística);

- Empresas de consultoria ambiental;

- Empresas de cartografia;

- Agências de ecoturismo;

- ONGs ambientais.

Alguns exemplos de especializações

- Geopolítica

- Geografia Humana

- Geografia Econômica

- Análise Ambiental

- Cartografia Digital

- Urbanismo

- Estatística

Salário Médio Inicial

De R$ 3.700,00 a R$ 5.800,00

Você sabia?

- No dia 29 de maio é comemorado o Dia do Geógrafo.

- É comemorado em 13 de fevereiro o Dia da Criação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Fonte: http://www.suapesquisa.com

Conheça a profissão: Estatístico

29/05/2017

O estatístico é o profissional especialista em planejarcoletaranalisar e interpretar dados. Sendo responsável por gerar informações de alto valor no estudo de fenômenos de diversos tipos: médicos, econômicos, sociais, naturais e outros.

Planeja seguir a profissão de estatístico? Então, continue nos acompanhando e confira 6 áreas promissoras que você poderá trabalhar!

1. Industrial

A área industrial tem procurado cada vez mais pelos serviços oferecidos pelo profissional estatístico. E a sua contribuição, diferente do que muitos pensam, pode ser bem grande dentro das indústrias. Os estatísticos são responsáveis pelas aplicações de metodologias estatísticas de controle de qualidade, por analisar como está o posicionamento de produtos perante o mercado, por fazer comparações objetivas da empresa em relação à concorrência, ou até mesmo, por apontar o índice de satisfação dos clientes e dos funcionários frente a pontos específicos da corporação.

2. Financeira

Essa é a área que mais oferece oportunidades para o profissional estatístico, pois é de longe a que mais contrata e mais valoriza, pagando os maiores salários. Nas instituições financeiras, existem núcleos específicos criados justamente para o estatístico. As instituições financeiras que melhor estão pagando a esses profissionais são os bancos e as empresas de cartões de crédito — acredita-se que um recém-formado possa começar ganhando cerca de R$4 mil reais, alcançando rapidamente o dobro disso. Na área financeira, o profissional estatístico é responsável por realizar análises financeiras, análise de ofertas de crédito, fazer projeções de risco, entre outros.

3. Biomédica

Os estatísticos são de suma importância na área da biomedicina. Afinal, imagine a elaboração de medicamentos sem a execução dos procedimentos estatísticos necessários para a validação das hipóteses pertinentes ao estudo. Qual confiabilidade teríamos acerca desses medicamentos? Nenhuma. Pois, os resultados poderiam ser: ingestão de substâncias que trazem elevados danos ao organismo do paciente ou até mesmo letais.

Nessa área o profissional estatístico é responsável por testar e lançar os medicamentos, realizar pesquisas biomédicas, coletar dados em hospitais e controlar a segurança dos cosméticos. Ela é promissora pelos estatísticos por realmente estarem escassos nessa área, no entanto, muitos não se sentem atraídos, pois os salários não são tão elevados como no setor financeiro.

4. Agronegócio

Grande parte do trabalho dos agrônomos se baseia em estatísticas que comprovem que determinada planta produz melhor que outra. O profissional estatístico nessa área é responsável por indentificar meios para aumentar a produção em quantidade e eficiência, analisar o mercado e realizar projeções sobre o agronegócio.

5. Telecomunicação

A área das telecomunicações também oferece grandes chances de contratação. Nesse setor, o trabalho do profissional estatístico é contribuir com a empresa na detecção das maiores insatisfações dos clientes, para poder corrigir eventuais problemas e não perdê-los, visto que a fidelização é tão importante para empresas desse setor. O estatístico ainda ajuda a empresa a determinar onde iniciar e expandir sua cobertura.

6. Consultoria Estatística

Quer explorar ao máximo das diversidades dos campos de atuação que a profissão de estatística pode lhe proporcionar? Se sim, você provavelmente gostará muito de trabalhar com consultorias. Atuar neste ramo é uma boa pedida para aqueles que gostam de desafios e de solucionar problemas dos mais diversos tipos.

Seja na área acadêmica ou empresarial, há muitos estudos de diversos tipos sendo realizados neste exato momento por esses setores. Muitos dos quais requerem validações e aplicações de metodologias estatísticas para que se chegue a alguma conclusão. E é aí que o estatístico entra, dando suporte no que for preciso.

O profissional que trabalha com consultorias tem a imensa oportunidade de visitar e conhecer várias áreas do conhecimento. Muitas vezes, graças a essa recorrente exposição a outros temas, ele acaba se identificando mais com alguma das áreas, e, portanto, pode acabar tendo uma orientação mais fundamentada a respeito de qual caminho seguir em sua carreira.

Com relação aos ganhos que você poderá ter na consultoria, eles dependerão muito da sua posturaabordagem e comprometimento profissional. Sendo válido dizer que nessa área não há limites para o seu ganho financeiro (por não haver salários), e nem para sua experiência pessoal e profissional. Visto que você estará sujeito a aprender coisas novas o tempo todo.

Ganhos e auge da carreira

No início da carreira, os salários costumam variar entre R$2 mil e R$3 mil nas pequenas empresas, podendo chegar até a R$4 mil nas empresas de grande porte e na docência em universidades.

Alguns anos depois, com uma determinada experiência, os salários podem chegar a aproximadamente R$5 mil nas pequenas empresas e R$6 mil nas empresas de grande porte. Já quando se alcança o auge da carreira, aproximadamente com quinze anos de atuação, os salários podem chegar até R$12 mil em pequenas empresas e até R$16 mil em grandes empresas.

Fonte: https://unitedstatisticians.com

Conheça a profissão: Profissional Liberal

27/05/2017

 

O conceito de profissão “liberal”

O termo não é bom, mas tem sido tradicionalmente utilizado. O senso comum indica que tais profissionais seriam aqueles que trabalham por conta própria, sendo patrões de si mesmo. Seriam médicos, advogados, engenheiros, etc. que teriam seus consultórios e escritórios próprios, não devendo “satisfação” a ninguém.

No entanto, há outra definição para profissional “liberal”, com a qual a CNPL está mais de acordo. Esta diz respeito àqueles profissionais, trabalhadores, que podem exercer com liberdade e autonomia a sua profissão, decorrente de formação técnica ou superior específica, legalmente reconhecida, formação essa advinda de estudos e de conhecimentos técnicos e científicos. O exercício de sua profissão pode ser dado com ou sem vínculo empregatício específico, mas sempre regulamentado por organismos fiscalizadores do exercício profissional. 

Nos tempos atuais, diminui cada vez mais aqueles que conseguem exercer de forma autônoma a sua profissão, sem vínculos empregatícios (não temos um estudo aprofundado sobre esse dado). O que se tem visto é uma crescente proletarização ou assalariamento desses profissionais. Não se têm estudos precisos, pesquisas que apontam qual ou quais profissões liberais ainda resistem ao assalariamento. No entanto, sabe-se que as categorias dos dentistas, corretores de imóveis, contadores, advogados e médicos, provavelmente nessa ordem inclusive, seriam as que ainda teriam uma substancial parcela de seus profissionais, ainda exercendo suas atividades como liberais e autônomos, ou trabalhadores de si próprio. Mas mesmo os médicos, advogados e dentistas – nessa ordem – que ainda mantêm seus consultórios e escritórios, mantêm também pelo menos um (ou às vezes mais de um) vínculo empregatício.

Alguns definem ainda profissão “liberal” como aquelas de nível superior ou médio, cujo exercício é regulamentado por lei específica, que encerra certo prestígio social ou intelectual e é caracterizada especificamente pela inexistência de qualquer vinculação hierárquica e pelo exercício predominantemente técnico dos conhecimentos adquiridos pelos profissionais. É uma definição “romântica”, por assim dizer, pois mesmo aqueles que trabalham por conta própria, sem vínculos empregatícios, o fazem para alguém, que compra os seus serviços, detendo sempre um poder sobre o profissional que vendem tais serviços técnicos. 

Os estatutos da CNPL, em seu artigo 1º, parágrafo único, assim define o profissional liberal: “é aquele legalmente habilitado a prestação de serviços de natureza técnico-científica de cunho profissional com a liberdade de execução que lhe é assegurada pelos princípios normativos de sua profissão, independentemente de vínculo da prestação de serviço”. 

É certo que a origem dos primeiros cursos superiores no país data do século XIX. É muito tardio, se compararmos com as Universidades europeias do século XIV ou ainda da Universidade Islâmica do Cairo – Al Azhar, do século XI. Com a vinda da família real ao país em 1808, Dom João VI, então rei de Portugal, estabelece na Bahia o curso de Medicina, organizando posteriormente o de engenharia (politécnico) e, depois da independência em 1822, os de direito (em Olinda e São Paulo). 

No entanto, a organização sindical propriamente dita, tanto dos trabalhadores em geral, quanto dos que tinham cursos superiores – ao qual denominou-se chamar de profissionais liberais (conceito que veremos posteriormente), só vai ocorrer a partir do início do século XX, com o movimento operário se organizando, primeiro sob influência dos anarquistas, posteriormente dos comunistas. 

A estrutura sindical brasileira 

A atual estrutura sindical brasileira, oficial, formal e regulamentada, completou em maio de 2003, 60 anos. Isso porque o presidente Getúlio Vargas, em 1º de maio de 1943, assina a Consolidação das Leis do Trabalho, mais conhecida como CLT, uma espécie de código do trabalho, com mais de 900 artigos. Esse conjunto de normas previa direitos e deveres nas relações do trabalho, tanto para trabalhadores como para empregadores, mas ditava também as normas e regras da organização sindical no país. É claro que os primeiros sindicatos, formalizados pelo Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, vêm até mesmo antes de 1930, mas é a partir da CLT é que eles ganham o status oficial como representantes dos segmentos de trabalhadores, podendo assinar contratos coletivos de trabalhos, acordos, dissídios etc. 

Basicamente, dois tipos de sindicatos passam a se organizar no país. Os de ramos de atividade (categoria econômica, como metalúrgicos, construção civil, por exemplo) e os sindicatos de profissão (categoria diferenciada, como professores, profissionais liberais, marítimos etc.). Neste segundo caso, encontra-se a forma de organização sindical que aqui se trataremos que constituem a base da Confederação Nacional das Profissões Liberais – CNPL. 

Tais sindicatos poderiam ser constituídos, seguidos trâmites rígidos e amplamente restritivos das liberdades sindicais – o país vivia nessa época em plena ditadura Vargas – a partir de profissionais integrantes das chamadas categorias “diferenciadas” ou “regulamentadas” por lei específica ou estatuto profissional. Em outras palavras, para seu exercício, dependiam de diploma universitário ou de formação técnica específica. 

Tais trabalhadores integravam, na prática, as bases dos chamados sindicatos majoritários, os de categoria econômica ou de ramo como se diz na atualidade. No entanto, pelas suas particularidades e especificidades, esses profissionais sempre se sentiram alijados nos acordos coletivos. Argumentava-se que os sindicatos majoritários não conseguiam responder a demandas e anseios desses profissionais, pois tinham que cuidar prioritariamente dos trabalhadores do ramo econômico. 

Exemplificando: um médico que trabalhasse em uma metalúrgica, era considerado metalúrgico e poderia se associar ao sindicato dos metalúrgicos. No entanto, esse sindicato não poderia responder a demandas específicas, profissionais, de formação dos médicos. Surgem assim, desde a década de 1920, os primeiros sindicatos de profissionais liberais no Brasil. Muitas dessas entidades vão completar 80 anos ou algo próximo a isso. Os sindicatos de profissionais mais antigos que se conhece no país são os de engenheiros, de médicos, de corretores de imóveis e de contabilistas, alguns da década de 1910, como os contabilistas de São Paulo. 

A presente forma de organização profissional do sindicalismo de profissão no Brasil ainda que inédita na maioria dos países do mundo, não é única. Na Europa, países como a Alemanha, Espanha e Bélgica adotam modelos semelhantes, igualmente como os africanos da Costa do Marfim e de Togo e países árabes como a Tunísia e o Líbano. 

Regulamentação profissional 

No Brasil, existem conquistas antigas, obtidas com muitas lutas, que são as regulamentações de profissões. Também aqui, algumas delas já ultrapassam a mais de oito décadas de existência, de forma que tais normas e leis estabelecem, entre tantas outras coisas, os pisos salariais profissionais, jornadas de trabalho, códigos de ética, condições para o exercício profissional, órgão fiscalizador da profissão (conselhos) etc. 

No entanto, existem muitas dessas profissões regulamentadas no país, que para o seu exercício, não é exigida nem formação universitária e nem mesmo técnica. São elas: Autores Teatrais, Compositores Musicais e Escritores. Outras exigem pelo menos o nível técnico, entre elas os Protéticos Dentários, Secretárias Executivas, Técnicos Agrícolas, Técnicos Industriais e Corretores de Imóveis entre outras. 

Texto editado de um trabalho originalmente apresentado junto ao IV Congresso Mundial das Profissões Liberais, organizado pela UMPL - União Mundial das Profissões Liberais e realizado nos dias 14 e 15 de novembro de 2002, em Paris, França, no Centre du Conference da Organization Internacional du Epizotie, cujo tema central foi "Statut liberal et profession libérale". 

 Prof. Lejeune Mato Grosso Xavier de Carvalho 

Sociólogo e professor da Universidade Metodista de Piracicaba - Unimep. Leciona Sociologia e Ciência Política. Pós-Graduado em Filosofia (PUCC) e Política Internacional (FESP), Vice-Presidente da CNPL. É 1º Secretário da FNSB e vice-presidente do Sinsesp. 

Carlos Alberto Schmitt de Azevedo 

Corretor de Imóveis e Administrador, e à época de apresentação do trabalho Presidente da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis - Fenaci e Vice-Presidente da CNPL e Presidente do Sindimóveis/RS. 

Fonte: http://www.cnpl.org.br

Conheça a profissão: Revendedor Lotérico

26/05/2017

Ser um revendedor lotérico é antes de qualquer coisa, ser um empreendedor de pequeno porte, já que para conseguir ser um é necessário abrir uma casa lotérica, dando início ao que se entende por ter um negócio próprio.

 Um revendedor lotérico precisa ter uma autorização formal da Caixa Econômica Federal, que só poderá ser conquistada por meio de um processo licitatório, que visa entender se o interessado de fato atendeu a todos os requisitos exigidos no edital de abertura.

Depois disto, o revendedor lotérico irá passar por uma avaliação mais criteriosa feita pela Caixa, especialmente no que tange ao ponto escolhido para abrir a casa lotérica, e muitos outros fatores.

 O Mercado

Apesar de haver uma casa lotérica presente em praticamente todos os bairros das grandes cidades brasileiras, o fato é que sempre há precedente para que mais casas destas sejam abertas.

Em resumo, sempre há demanda, especialmente porque as pessoas costumam usá-las não apenas para fazer jogos de loteria, mas também para pagar contas e para carregar celulares pré-pagos e bilhetes de transporte público.

Com isto, em praticamente todos os bairros há um potencial muito bom para a abertura de uma casa lotérica.

Remuneração

Apesar dos investimentos iniciais, o fato é que a Caixa acaba dando muito suporte para o revendedor lotérico, fazendo com que as coisas se ajeitem rapidamente e que o negócio comece a andar mais rapidamente.

Por isso mesmo, é fundamental que o revendedor lotérico tenha em mente que depois dos investimentos iniciais, os lucros passam a ser praticamente certos, e quando eles começam a chegar, o negócio passa a ser dos mais rentáveis.

Então, um revendedor lotérico consegue ganhar de lucro líquido, por mês, algo em torno de 8 a 15 mil reais, dependendo da localização do estabelecimento, portanto, esta profissão pode ser uma excelente oportunidade para quem procura pela chance de começar seu negócio próprio.

Fonte: www.colegioweb.com.br

 

Conheça a profissão: Massagista

25/05/2017

O Massagista é o profissional responsável por oferecer serviços de massagem em centros de estética e clínicas, entre outros locais de atendimento. Para atuar como tal, é necessário ter um diploma no curso de Massoterapia ou técnico em Massoterapia. As massagens utilizam técnicas ocidentais e orientais, com objetivo de melhorar dores no corpo e promover o relaxamento, entre outros benefícios.

 

Remuneração

Boa parte dos massagistas é autônoma e cobra por massagem, sendo que o preço por sessão varia entre R$30,00 e R$150,00. Um massoterapeuta registrado no regime CLT ganha entre R$1.200,00 e R$5.000,00, pois tudo depende da função que esse profissional ocupa dentro da empresa para a qual trabalha. Assim sendo, a remuneração é muito variada e depende bastante do esforço profissional do massagista.

Mercado de trabalho

No Brasil, temos pelo menos 30 milhões de pessoas que buscam por massagens ao menos uma vez por ano, de acordo com diversas pesquisas no setor. E é devido a isso que podemos dizer que o mercado de massoterapia está em alta, receptivo aos novos profissionais com boas referências e que realizaram bons cursos de massagem.

Formação Necessária

Para atuar como Massagista, é preciso que você tenha um diploma em algum curso de massoterapia ou técnico em massoterapia. Existem os cursos mais longos e os cursos livres de curta e média duração.

Regulamentação

Diversas entidades lutam pela regulamentação da profissão, que é reconhecida por lei desde 1961. Por não ter essa regulamentação, o profissional Massagista atua de forma autônoma, recolhendo os próprios impostos.

História

A história da massagem é tão antiga quanto a história da vida humana, já que desde os seus primórdios o homem realizava fricções no corpo para promover o bem-estar e a sensação de conforto. No entanto, o primeiro país a reconhecer a massagem como terapia de maneira oficial foi a China, em 2.800 a.C. A palavra é de origem grega e significa “apertar; amassar”. Atualmente, existem inúmeras técnicas de massagem, entre massagens com técnicas orientais e ocidentais, com uso de acessórios das mais diversas origens.

Fonte: http://www.faq.inf.br

Conheça a profissão: Trabalhador Rural

25/05/2017

 

O trabalho rural está regulado pela Lei nº 5.889/73, regulamentado pelo Decreto nº 73.626/74 e no artigo 7º da Constituição Federal/88.

Ao trabalhador rural é assegurado no mínimo o salário mínimo, devendo-se observar o piso salarial da categoria a que pertencer o empregado.

EMPREGADOR RURAL

Considera-se empregador rural a pessoa física ou jurídica, proprietária ou não, que explore atividade agro econômica, em caráter permanente ou temporário, diretamente ou através de prepostos e com auxílio de empregados. Inclui-se também neste caso a exploração industrial em estabelecimento agrário.

GRUPO ECONÔMICO OU FINANCEIRO- SOLIDARIEDADE

Sempre que uma ou mais empresas, embora tendo cada uma delas personalidade jurídica própria, estiverem sob direção, controle ou administração de outra, ou ainda quando, mesmo guardando cada uma sua autonomia, integrem grupo econômico ou financeiro rural, serão responsáveis solidariamente nas obrigações decorrentes da relação de emprego.

EMPREGADO RURAL

Empregado rural é toda a pessoa física que, em propriedade rural ou prédio rústico, presta serviços de natureza não eventual a empregador rural, sob a dependência deste e mediante salário.

JORNADA DE TRABALHO

A jornada de trabalho é de 44 horas semanais e 220 horas mensais.

Entre duas jornadas deve-se estabelecer um período mínimo de 11 (onze) horas consecutivas para descanso (Descanso Semanal Remunerado).

SAFRISTA

É considerado safreiro ou safrista o trabalhador que se obriga à prestação de serviços mediante contrato de safra.

13º SALÁRIO

O empregado rural fará jus, no mês de dezembro de cada ano, a uma gratificação natalina correspondente a 1/12 (um doze avos) da remuneração devida em dezembro por mês de serviço do ano correspondente.

FGTS

O trabalhador rural faz jus aos depósitos do FGTS a partir da competência outubro/88, assim como a multa rescisória de 40% em caso de rescisão sem justa causa. Isto se deu com o advento da Constituição Federal/88.

SALÁRIO-FAMÍLIA

Ao empregado rural com remuneração compatível ao estabelecido pela previdência social é devido na proporção do número de filhos ou equiparados até o mês em que completarem 14 (quatorze) anos, o salário-família correspondente.

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

O trabalhador rural contribuirá de uma só vez, anualmente, na importância correspondente à remuneração de um dia de trabalho, conforme determina o inciso I do art. 580 da CLT.

Fonte: http://www.guiatrabalhista.com.br

Conheça a profissão: Vigilante

25/05/2017

As empresas que tenham objeto econômico diverso da vigilância ostensiva e do transporte de valores, que utilizem pessoal de quadro funcional próprio, para execução dessas atividades, ficam obrigadas ao cumprimento do disposto na lei e demais legislações pertinentes.

 

São considerados vigilantes, para efeito da referida lei, o empregado contratado para a execução das seguintes atividades:

REQUISITOS PARA A PROFISSÃO

Para o exercício da profissão, o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos:

Ser brasileiro;

Ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos;

Ter instrução correspondente à 4ª (quarta) série do primeiro grau;

Ter sido aprovado, em curso de formação de vigilante, realizado em estabelecimento com funcionamento autorizado nos termos da Lei nº 8.863/1994;

Ter sido aprovado em exame de saúde física, mental e psicotécnico;

Não ter antecedentes criminais registrados; e estar quite com as obrigações eleitorais e militares.

O exercício da profissão de vigilante requer prévio registro no Departamento de Polícia Federal, que se fará após a apresentação dos documentos comprobatórios das situações descritas acima.

DIREITO AO ADICIONAL NOTURNO

São assegurados ao vigia e vigilante noturno os mesmos direitos assegurados aos demais trabalhadores noturnos.

Além da redução da hora noturna para 52 minutos e 30 segundos, haverá o pagamento do adicional noturno de no mínimo 20% sobre a hora diurna.

DAS GARANTIAS

O vigilante usará uniforme somente quando em efetivo serviço ao qual é assegurado:

Uniforme especial à custa da empresa a que se vincular;

Porte de arma, quando em serviço;

Prisão especial por ato decorrente do serviço;

Seguro de vida em grupo, feito pela empresa empregadora;

Assistência jurídica, no exercício da função, praticar ato que o leve a responder a ação penal.

 

ADICIONAL DE PERICULOSIDADE

TELEMONITORAMENTO / TELECONTROLE - AUSÊNCIA DE PERICULOSIDADE

A Portaria MTE 1.885/2013, que aprovou o anexo 3 da NR-16, elencou as atividades ou operações de serviços de segurança que estariam protegidas quanto ao direito ao recebimento de adicional de periculosidade de que trata o art. 193 da CLT

Fonte: http://www.guiatrabalhista.com.br

Conheça a profissão: Apicultor

22/05/2017

Apicultor é um indivíduo que pratica a apicultura, ou seja, cria abelhas da espécie Apis mellifera para a obtenção de um ou mais dos seguintes produtos: mel, cera, pólen, geleia real, própolis ou veneno.

Além disso, o apicultor pode se dedicar à criação de rainhas para uso próprio ou comercialização para outros apicultores, ou utilizar a apicultura como instrumento de polinização de culturas agrícolas. Há ainda os que criam abelhas com o simples propósito de satisfazer a sua curiosidade científica ou como passatempo.

 

Quantidade de colmeias

A quantidade de colmeias, ou colônias, mantidas pelo apicultor pode variar bastante de acordo com o seu propósito. Assim sendo, um indivíduo que pratica a apicultura como passatempo pode possuir entre uma a dez colmeias (estes números são apenas um exemplo; não há uma definição fixa baseada no número de colmeias). Já um outro que pratique a apicultura como atividade secundária, ou como atividade primária de magnitude modesta, pode possuir dezenas de colmeias. Existem ainda os grandes apicultores, que operam em escala empresarial, que podem possuir centenas, ou até milhares, de colmeias. Estes últimos muitas vezes praticam a apicultura como atividade para a polinização de grandes culturas agrícolas (especialmente na América do Norte).

Como Se Tornar um Apicultor

Devido ao "Distúrbio do Colapso dos Enxames", a população de abelhas do mel está em declínio, e elas realmente precisam de nossa ajuda. As abelhas polinizam as colheitas para a produção de alimentos, bem como realizam muitas outras funções úteis para os seres humanos. Tornar-se um apicultor não é difícil, e pode ser um passatempo divertido para você se entrosar mais com o seu quintal.

Veja se alguma das instituições locais oferece um curso de apicultura. Pode custar algumas centenas, mas a experiência vai lhe ensinar muitas coisas que você precisa saber sobre as abelhas e como criá-las. Verifique com a faculdade pública do seu estado ou extensão cooperativa da universidade local. Estados com escolas que se especializam em agricultura possivelmente têm tal curso.

- Leia sobre a apicultura. Inúmeros livros e sites oferecem conselhos e instruções, mas verifique se o autor é um entendido do assunto (ler a biografia dele pode ajudar). Esses livros oferecem uma grande ajuda para os iniciantes.

- Compre um kit "para iniciantes". Ele incluirá o equipamento necessário que você precisará para começar a lidar com as abelhas. Ele deve incluir: Caixa para Colmeia / Telas / Placa do Fundo / Redutor de Alvado / Cobertura Exterior para Colmeia / Cobertura Interior para Colmeia / Alimentador / Tela Excluidora / Capacete de Plástico Rígido / Capuz Redondo de Apicultor / Fumigador de Aço Inoxidável com uma Placa de Defesa Contra o Calor / Ferramenta para Colmeia / Luvas.

- Tenha algumas abelhas. Contacte uma associação de apicultura local para obter informações sobre onde conseguir suas abelhas.

- Isso pode parecer muito genérico, mas basicamente você vai colocar a sua colmeia em um lugar onde há flores nas proximidades. Os tipos de flores irão afetar o sabor do mel. A sua colmeia será profunda com bordas. As abelhas vão preencher esse espaço com favos de mel.

- Você vai acrescentar outro suporte profundo em cima do outro já cheio. As abelhas, então, preencherão esse espaço. Você vai simplesmente acrescentá-lo por empilhamento em cima do primeiro. Os quadros não têm parte superior ou inferior, assim é possível empilhá-los.

- Quando o segundo quase estiver cheio, você vai adicionar uma tela em cima dos dois com uma grade grande o suficiente para permitir que as abelhas passem através mas não a rainha. Em seguida, adicione um suporte raso por cima. Este mel será seu.

- As abelhas podem preencher esse suporte superficial. Então você pode adicionar um segundo. Dependendo de vários fatores, você pode obter vários suportes rasos empilhados em uma colmeia.

- Esta é apenas uma ideia base de como tudo funciona. Você precisa ler sobre isso.

Evite TODAS as roupas ou qualquer coisa que você vista que seja feita a partir de produtos de origem animal. Lembre-se, os principais predadores naturais das abelhas são mamíferos, e elas se tornarão extremamente agitadas se sentirem o cheiro de lã, couro, chapéus de pele, e assim por diante. O algodão também não é o melhor, já que está relacionado com uma das fontes naturais de alimentos para as abelhas. Vista roupas e luvas suaves e brancas feitas de poliéster ou nylon em todo o corpo.

A apicultura não é certamente para todos. Todo apicultor será picado, e você deve primeiro saber se você é alérgico.

O conteúdo do kit 'inicial' do apicultor pode variar dependendo de onde você o conseguiu.

Avisos

Podem existir leis regionais, municipais e/ou estaduais em sua área sobre a apicultura. Verifique isso com o seu distrito, município e estado antes de se preparar para criar abelhas.

As abelhas podem ser prejudiciais ou fatais para aqueles que são alérgicos a elas. Você deve consultar um médico para determinar se você é alérgico antes de começar com a apicultura.

Fontes e Citações

The New Starting Right with Bees, published by A.I. Root.

The Beekeeper's Handbook, by Diana Sammataro and Alphonse Avitabile.

Beekeeping, A Practical Guide, by Richard Bonney.

Fonte: http://pt.wikihow.com / Wikipedia